Teatro

Sex, 16 Out
21:30

Teatro Sá da Bandeira

10h30 – prioridade público escolar Sex, 16 out 10h30 – prioridade público escolar 21h30

Teatro Nós, Sozinhas de Sara Barros Leitão
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Nós, Sozinhas
Nós, Sozinhas, de Sara Barros Leitão

Qui, 15 out

10h30 – prioridade público escolar



Sex, 16 out

10h30 – prioridade público escolar

21h30

Teatro Sá da Bandeira | Classificação Etária M/14 | Duração 90 min. | Teatro | Preço: 5€ (preço único)



Sinopse: Há sempre alguém que conhece alguém.

Há sempre uma de nós que conhece alguém que já o fez. Outra, conhece quem o sabe fazer.

Há sempre alguém que nos diz o caminho, ou alguém que nos leva até lá.

Podemos não querer ver, mas não é por isso que deixa de existir. Afinal, há sempre alguém que conhece alguém.

A partir da história do aborto em Portugal, numa altura em que se assinalam (quase) duas décadas sobre a sua despenalização a pedido da mulher, olhamos para a história tendo a solidariedade feminina e as redes de conhecimento partilhado como fio condutor, e revisitamos os julgamentos, os dois referendos e a mobilização da sociedade civil que transformaram o país.



Ficha Técnica

Texto, encenação e interpretação Sara Barros Leitão | Assistência de encenação Inês Sincero | Figurinos e cenografia Catarina Barros | Assistência à montagem de cenografia Nuno Encarnação | Escultura Flimundo | Serralharia José Pereira Magalhães | Marcenaria Josué Maia | Execução da tela João César Nunes | Confeção de figurinos Ana Maria Fernandes | Desenho de luz, direção técnica e operação Diogo Marques | Sonoplastia Bernardo Afonso | Operação de som Bernardo Afonso ou Mariana Guedelha | Coordenação da pesquisa Andrea Peniche | Produção Susana Ferreira e Simone Almeida | Comunicação Mariana Dixe | Fotografias de divulgação Diogo Marques | Design Marta Ramos | Produção Cassandra | Coprodução 23 milhas, Cineteatro Louletano, Teatro-Cine de Pombal, Teatro Académico Gil Vicente, Teatro Municipal Baltazar Dias, Teatro Municipal de Matosinhos Constantino Nery, Teatro Viriato e Theatro Circo

Biografia

Biografia Sara Barros Leitão:

Sara Barros Leitão nasceu no Porto, em 1990. Formou‐se em Interpretação pela Academia Contemporânea do Espetáculo, iniciou a licenciatura de Estudos Clássicos na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e iniciou o Mestrado Estudos sobre as Mulheres – Género, Cidadania e Desenvolvimento, na Universidade Aberta. Não concluiu nenhum.

É atriz, encenadora e dramaturga e trabalha regularmente em televisão, cinema e teatro.

Nos últimos anos tem trabalhado frequentemente como atriz nos Teatro Nacional São João, Teatro Nacional D. Maria II (TNDMII), com encenadores como Nuno Carinhas ou Tiago Rodrigues.

Como encenadora e criadora, destacam‐se as encenações dos concertos Trilogia das Barcas (2018), de Gil Vicente, e Rei Lear (2019) de William Shakespeare, coproduzidos pelo CCB e Toy Ensemble; as criações Teoria das Três Idades (2018), coproduzida pelo Teatro Experimental do Porto e Teatro Municipal do Porto, eleito um dos espetáculos do ano pelo Jornal Público, Todos Os Dias Me Sujo De Coisas Eternas (2019), a partir de um trabalho de investigação sobre a toponímia portuense, apresentado no projeto Cultura em Expansão; e, na Cassandra, Monólogo de uma mulher chamada Maria com a sua patroa (2020) - eleito um dos espetáculos do ano pelo Jornal Público, Melhor Espetáculo da Cidade de Lisboa pela revista Time Out, nomeado para Melhor Espetáculo nos Globos de Ouro 2022 e nomeado Melhor Texto Português Representado nos Prémios SPA – Sociedade Portuguesa de Autores - e Guião para um país possível (2023).

Foi a vencedora da primeira edição do Prémio Revelação do TNDMII/AGEAS.

Foi diretora artística convidada do Teatro Oficina. Em 2020, fundou a estrutura artística Cassandra, que dirige, para desenvolver os seus projetos.

A partir da história do aborto em Portugal, numa altura em que se assinalam (quase) duas décadas sobre a sua despenalização a pedido da mulher, olhamos para a história tendo a solidariedade feminina e as redes de conhecimento partilhado como fio condutor, e revisitamos os julgamentos, os dois referendos e a mobilização da sociedade civil que transformaram o país.



Biografia da companhia:

Cassandra é uma estrutura artística, fundada em 2020. É também o nome da mulher que Apolo amaldiçoou por ter recusado a sua sedução, tornando-a capaz de prever o futuro sem que ninguém acredite nela.

O projeto artístico da Cassandra assenta em três eixos: a criação original de espetáculos de teatro, projetos multidisciplinares de desenvolvimento de públicos e programação regular no âmbito do pensamento e das artes performativas.

O primeiro espetáculo foi Monólogo de uma mulher chamada Maria com a sua patroa, estreado em 2021, no Centro Cultural de Belém (Lisboa), escrito, encenado e interpretado por Sara Barros Leitão, que é também a diretora artística desta estrutura. Esta primeira criação conta a história do trabalho doméstico em Portugal, com especial foco na criação do Sindicato do Serviço Doméstico, em 1974. Depois de uma digressão que ainda continua - e que já conta com mais de 60 récitas, em cidades nacionais e internacionais -, o texto da peça foi publicado em livro, com edição da Imprensa da Universidade de Coimbra.

O segundo espetáculo foi Guião para um país possível, estreado em 2023, no Centro Dramático de Viana / Teatro do Noroeste (Viana do Castelo). Integrado na comemoração do Cinquentenário do 25 de Abril e construído a partir dos Diários da Assembleia da República, esta criação conta como foram os últimos 50 anos da nossa democracia, a partir dos registos de debates, assembleias, votações, discursos, apartes, insubordinações e até gestos.

Desde 2021, a Cassandra organiza as Heróides - clube do livro feminista, um projeto de leitura, discussão e conversa à volta de livros, com encontros mensais, que junta online centenas de pessoas por mês. Este é um dos projetos de desenvolvimento de públicos, a par com Parlapatório e Sala de Ensaio.

Em novembro de 2024, abrimos a Livraria da Cassandra, uma livraria independente, aberta ao público, no centro do Porto, no mesmo lugar onde temos os nossos escritórios e espaço de ensaios. Esta é uma livraria de curadoria coletiva e partilhada, em que se vendem os livros que inspiraram os processos de pesquisa para os espetáculos, todas as obras que vêm sido lidas no clube do livro desde a sua fundação e as recomendações da comunidade.

É neste espaço, entre a Livraria e a sala de ensaios, que desenvolvemos programação regular desde concertos, leituras encenadas, lançamentos de livros, conversas, etc.

Em 2025, a Cassandra estreia um novo espetáculo: Suplicantes, uma reescrita a partir da tragédia de Ésquilo, para refletir sobre o projeto europeu, fronteiras, pactos de hospitalidade, acolhimento e integração.



A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses

Teatro Sá da Bandeira

Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados

Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.

Contactos:

T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Sáb, 07 Nov
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Teatro O Mal na Raíz de Guilherme Gomes com a participação do Coro do Círculo Cultural Scalabiatano produção de Ritual de Domingo
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O Mal na Raíz  de Guilherme Gomes com a participação do Coro do Círculo Cultural Scalabiatano
O Mal na Raíz, de Guilherme Gomes com a participação do Coro do Círculo Cultural Scalabitano

produção de Ritual de Domingo



Sáb, 7 nov | 21h30 | Teatro Sá da Bandeira | Classificação Etária M/14 | Teatro | Duração 75 min.

Preço: 5€ (preço único)



Sinopse: No coração de um bairro que será destruído para a construção de um hotel, Antígona dirige um coro de residentes. Neste espetáculo assistimos à sua defesa de uma cidade com escala humana, regida por valores humanistas, focada na construção dos seus cidadãos, e não no valor económico dos seus edifícios. Este projeto inscreve a resistência de Antígona na crise de habitação e urbanismo que vivemos, dialogando com a narrativa de Sófocles para refletir sobre que cidades desejamos.



Ficha Técnica

Mal na Raiz, A partir do mito de Antígona

Dramaturgia e encenação Guilherme Gomes | Intérpretes Nuno Nunes, Siobhan Fernandes, Sónia Barbosa | Participação especial do Coro do Círculo Cultural Scalabitano | Direção Musical Leonardo Outeiro | Cenografia e figurinos Ana Seia de Matos | Desenho de luz Cristóvão Cunha | Assistência de encenação Sónia Barbosa | Comunicação Sandra Rodrigues | Design e registo fotográfico e vídeo Luís Belo | Direção de Produção e Técnica Cristóvão Cunha | Mediação e assistência de produção Filipa Fróis | Técnico de luz Fernando Queiroz | Técnico de som Tomás Gamboa | Apoio à Criação Direção Geral das Artes | Co-Produção Teatro Municipal São Luiz, Teatro Sá da Bandeira, Centro Cultural de Carregal do Sal e CRETA | Apoios Município de Carregal do Sal, Casa do Passal: Museu Aristides Sousa Mendes, Núcleo de Animação Cultural de Oliveirinha, Gira Sol Azul.



A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses

Teatro Sá da Bandeira

Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados

Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.

Contactos:

T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Sex, 13 Nov
21:30

Teatro Sá da Bandeira

Qui, 12 nov | 10h30 – prioridade público escolar Sex, 13 nov | 21h30 - público geral

Teatro SUMÁRIO: Auto da Barca do Inferno, direção artística e texto Raquel Castro
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SUMÁRIO: Auto da Barca do Inferno,
SUMÁRIO: Auto da Barca do Inferno,

direção artística e texto Raquel Castro

a partir de Gil Vicente



Qui, 12 nov

10h30 – prioridade público escolar

Sex, 13 nov

21h30 - público geral

Teatro Sá da Bandeira | Classificação Etária M/12 | Teatro | Duração 60 min.

Preço: 5€ (preço único)



Sinopse: A Professora dita o sumário: «Leitura integral do Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente». Assim que os alunos começam a ler, Leonardo, na última fila, adormece. Porém, nem a dormir tem descanso. Não é que no sonho lhe aparece o mui importante Gil Vicente, a.k.a. o pai do teatro português? Gil Vicente quer que Leonardo acorde, acha que a sua peça merece uma segunda oportunidade. E também acha que Leonardo merece uma segunda oportunidade.

Sumário: Auto da Barca do Inferno é o segundo espetáculo da série Teatro Escolar, da companhia Razões Pessoais. Correndo o risco de ser didática, esta série tem como ponto de partida os textos dramáticos do programa da disciplina de Português. Para muitos, o primeiro contacto com um texto dramático é na escola, a primeira ida ao teatro é com a escola e a primeira vez que fazem teatro é na escola. Esta série mistura a história das peças com a história dos professores a ensinar e dos alunos a aprender. Mistura esta que pode ser verdadeiramente dramática.



Ficha Artística

Direção Artística e texto Raquel Castro | A partir de Gil Vicente | Interpretação Ana Valente, Bernardo Gavina, Pedro Baptista, Rita Brutt | Cenografia Joana Subtil | Fotografia © João Gambino | Desenho de luz Teresa Antunes | Desenho de som João Neves | Apoio à dramaturgia Pedro Gil | Apoio à criação Isabel Costa | Direção de produção Ana Gusmão | Produção executiva Rafael Ayres | Gestão e administração Mariana Venes | Residência artística Mãe Jerico | Produção Razões Pessoais | Coprodução Teatro Nacional D. Maria II, Município de Ovar | Apoios Companhia Olga Roriz, AbrilAbril, CRS Advogados, Luís Lemos Cabeleireiros, Lavandaria e Engomadoria Deixa o Amor Passar, Zoom Cópia | Agradecimentos Escola Secundária Marquês de Pombal, Santiago Branquinho Condez, Rui Mota



Sumário: Auto da Barca do Inferno é apresentado no âmbito do Próxima Cena. Uma iniciativa do Teatro Nacional D. Maria II e da Fundação ”la Caixa”, em colaboração com o BPI.



A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses

Teatro Sá da Bandeira

Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados

Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.

Contactos:

T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Sáb, 05 Dez
20:00

Teatro Sá da Bandeira


Teatro Comer a Terra Teatro da Didascália
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Comer a Terra
Comer a Terra, Teatro da Didascália

Sáb, 5 dez | 20h00 | Teatro Sá da Bandeira | Classificação Etária M/14 | Duração 120 min. | Jantar/Teatro

Preço: 15€ (preço único)

Lotação limitada 56 pessoas

Informação O bilhete inclui entrada, prato principal, água, um copo de vinho, sobremesa e um digestivo.



Sinopse

Depois de ter criado o homem e a mulher à sua imagem, Deus abençoou-os dizendo: “Sejam férteis e cresçam; encham a terra e dominem-na; dominem sobre os peixes do mar e as aves do céu e sobre todos os animais que andam sobre a terra. Dou-vos todas as plantas que produzem semente e que existem em qualquer parte da terra e todas as árvores de fruto, com a sua semente própria. É isso que devem comer.”

Tantas e tantas vezes contada, esta profecia do Antropoceno enraizou-se tão firmemente na nossa consciência que somos hoje mais de oito mil milhões de pessoas em todo o planeta. Oito mil milhões de pessoas que todas as manhãs desejam o seu pequeno-almoço; que enganam com um snack o estômago enquanto a hora do almoço não chega; que carregam na lancheira sandwiches, fruta e barritas energéticas que ajudam a percorrer essa maratona que tem como meta o jantar. Para muitos, a ceia.

O apetite é comum a todos, saciá-lo, é privilégio de apenas alguns. Pelo menos desde que a luta pelas especiarias e a tentativa de controlar as suas rotas passou a ser o prato do dia, dando origem a um violento processo de globalização, com graves consequências num primeiro momento para povos indígenas, e atualmente, devido à crise climática, para uma humanidade de desejo insaciável.

Nota: Este é um espetáculo-jantar. Venha preparado para comer, mas nem tudo será fácil de engolir.



Ficha Artística

Dramaturgia e encenação Bruno Martins | Interpretação Cláudia Berkeley, Eduardo Breda e Pedro Couto | Criação Gastronómica Chef Tânia Durão | Cenografia e figurinos Catarina Barros | Direção técnica e desenho de luz Valter Alves Sonoplastia: Pedro Sousa | Operação de som Mariana Guedelha | Produção executiva Raquel Passos | Comunicação Anaïs Proença | Design gráfico Luísa Martelo | Fotografia Paulo Pimenta | Vídeo promocional Eduardo Breda | Pratos Cerâmica Má Cerâmica / Land Ceramics | Tela IA Matilha Studio | Produção Teatro da Didascália | Apoio Município de Vila Nova de Famalicão República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes



A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses

Teatro Sá da Bandeira

Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados

Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.

Contactos:

T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt