Qua, 19 maio
20:00

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual MADE IN BANGLADESH De Rubaiyat Hossain
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MADE IN BANGLADESH

Depois de um acidente de trabalho que causou a morte de uma colega, Shimu, uma jovem operária têxtil de Daca (Bangladesh), decide criar um sindicato. Empenhada em melhorar as condições de cada trabalhadora, a sua vida ganha um novo propósito nas reuniões sindicais, onde eleva a sua voz e a das outras mulheres, defendendo os direitos de todas. Contudo, num mundo dominado pelos homens, esta mudança é mal aceite e Shimu é obrigada a marcar posição em duas frentes distintas: em casa, perante um marido que discorda das suas ideias; e na própria fábrica, onde patrões descontentes com o rumo das coisas tentam, de todos os modos, pôr cobro às reivindicações.

Estreado internacionalmente no Festival de Cinema de Toronto (Canadá), uma história sobre emancipação, assinada pela realizadora bangladeshiana Rubaiyat Hossain ("Meherjaan", "Under Construction"), que escreve o argumento a quatro mãos com o francês Philippe Barrière. Rikita Nandini Shimu, Novera Rahman, Deepanwita Martin, Parvin Paru, Mayabi Rahman, Shatabdi Wadud e Mita Rahman assumem as personagens.

Título original: Made in Bangladesh | De: Rubaiyat Hossain | Com: Rikita Nandini Shimu, Novera Rahman, Parvin Paru

Drama | M/12 | ALE/POR/FRA/Bangladesh, 2019, Cores | 95 min. | 5€/2,5€ sócios Cineclube

Qua, 19 maio às 20h00

Local: Teatro Sá da Bandeira

Normas COVID-19

Uso obrigatório de máscara | Desinfeção das mãos à entrada | Respeitar o distanciamento social | Respeitar os circuitos de circulação | Atribuição de lugar por ordem de chegada | Obrigatoriedade de preenchimento do consentimento informado no local | Não é permitida a entrada de público após o início do espetáculo | No final do espetáculo permaneça sentado no seu lugar
Qua, 26 maio
20:00

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual O SAL DAS LÁGRIMAS De Philippe Garrel
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O SAL DAS LÁGRIMAS

Luc, que sempre viveu na província com o pai, candidatou-se à Escola Boulle, uma faculdade de artesanato e artes aplicadas em Paris. É na capital que conhece Djemila, uma jovem com quem tem uma relação fugaz. De regresso a casa, reata com Geneviève, a namorada de juventude. Mas só vai compreender o significado do verdadeiro amor ao cruzar-se com Betsy. E tudo se complica quando Geneviève descobre estar grávida.

Em competição no Festival de Cinema de Veneza, um drama realizado pelo cineasta Philippe Garrel, que segue um argumento escrito por si, por Jean-Claude Carrière e Arlette Langmann.

Título original: Le sel des larmes | Com: Logann Antuofermo, Oulaya Amamra, André Wilms

Drama | M/12 | FRA, 2020, Cores | 100 min. | 5€/2,5€ sócios Cineclube

Qua, 26 de maio às 20h00

Local: Teatro Sá da Bandeira

Normas COVID-19

Uso obrigatório de máscara | Desinfeção das mãos à entrada | Respeitar o distanciamento social | Respeitar os circuitos de circulação | Atribuição de lugar por ordem de chegada | Obrigatoriedade de preenchimento do consentimento informado no local | Não é permitida a entrada de público após o início do espetáculo | No final do espetáculo permaneça sentado no seu lugar
Sex, 28 maio
10:00

Teatro Sá da Bandeira


Teatro Ninho Partículas Elementares – Teatro Marionetas
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Ninho

Sinopse

“Sei um ninho.

E o ninho tem um ovo.

E o ovo, redondinho,

Tem lá dentro um passarinho

Novo.”

Segredo, Miguel Torga 1956

O Ninho teve como inspiração um dos poemas mais singelos do escritor português Miguel Torga, que em poucas linhas revela que um segredo bem guardado pode fortalecer uma amizade verdadeira.

Sobre o Espetáculo

O Ninho é o projeto mais recente das Partículas Elementares e é também o mais arriscado, pois a companhia propõe-se a contar a história sem uma única palavra.

Poesia visual pura, O Ninho revela-se nos detalhes. Com um enredo minimalista, a narrativa faz-se de um acaso; a curiosidade de um menino, despertada por uma mera coincidência, desencadeia o início de uma teia de afetos. Em palco, Carlos Silva, autor e único intérprete da obra, surge numa encenação comedida, que ganha força com o trabalho plástico expressivo, emotivo e surpreendente de Leonor Bandeira. Com um cenário com poucos artifícios, uma única personagem principal, três elementos secundários e uma banda sonora que complementa toda a peça, O Ninho é um projeto notável, que deixa no público, crianças e adultos, uma vontade imensa de deixar à solta a imaginação.

O Ninho é um convite à valorização das coisas simples da vida, as que são fáceis de entender e as que devemos guardar como as mais importantes.

Ficha Artística e Técnica

Ideia Original Carlos Silva Encenação Leonor Bandeira Interpretação e Manipulação Carlos Silva Cenografia e Marionetas Leonor Bandeira Fotografia Inês Samina Produção Partículas Elementares – Teatro Marionetas

4Manobras – Festival Internacional de marionetas e formas animadas | ArtemRede | Apoio DGArtes / República Portuguesa

Teatro | Marionetas | M/6 | 35 minutos | PÚBLICO-ALVO Adolescentes / jovens (12 - 25 anos) | Adultos (26 - 60 anos) | Lotação limitada _ Entrada Gratuita mediante levantamento de bilhete

Créditos fotográficos © Inês Samina e Helena Tomás

28 de maio às 10h00 (escolas) e 19h00 (Público em Geral)

Teatro Sá da Bandeira

Normas COVID-19

Uso obrigatório de máscara | Desinfeção das mãos à entrada | Respeitar o distanciamento social | Respeitar os circuitos de circulação | Atribuição de lugar por ordem de chegada | Obrigatoriedade de preenchimento do consentimento informado no local | Não é permitida a entrada de público após o início do espetáculo | No final do espetáculo permaneça sentado no seu lugar
Sex, 28 maio
19:00

Teatro Sá da Bandeira


Teatro Ninho Partículas Elementares – Teatro Marionetas
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Ninho

Sinopse

“Sei um ninho.

E o ninho tem um ovo.

E o ovo, redondinho,

Tem lá dentro um passarinho

Novo.”

Segredo, Miguel Torga 1956

O Ninho teve como inspiração um dos poemas mais singelos do escritor português Miguel Torga, que em poucas linhas revela que um segredo bem guardado pode fortalecer uma amizade verdadeira.

Sobre o Espetáculo

O Ninho é o projeto mais recente das Partículas Elementares e é também o mais arriscado, pois a companhia propõe-se a contar a história sem uma única palavra.

Poesia visual pura, O Ninho revela-se nos detalhes. Com um enredo minimalista, a narrativa faz-se de um acaso; a curiosidade de um menino, despertada por uma mera coincidência, desencadeia o início de uma teia de afetos. Em palco, Carlos Silva, autor e único intérprete da obra, surge numa encenação comedida, que ganha força com o trabalho plástico expressivo, emotivo e surpreendente de Leonor Bandeira. Com um cenário com poucos artifícios, uma única personagem principal, três elementos secundários e uma banda sonora que complementa toda a peça, O Ninho é um projeto notável, que deixa no público, crianças e adultos, uma vontade imensa de deixar à solta a imaginação.

O Ninho é um convite à valorização das coisas simples da vida, as que são fáceis de entender e as que devemos guardar como as mais importantes.

Ficha Artística e Técnica

Ideia Original Carlos Silva Encenação Leonor Bandeira Interpretação e Manipulação Carlos Silva Cenografia e Marionetas Leonor Bandeira Fotografia Inês Samina Produção Partículas Elementares – Teatro Marionetas

4Manobras – Festival Internacional de marionetas e formas animadas | ArtemRede | Apoio DGArtes / República Portuguesa

Teatro | Marionetas | M/6 | 35 minutos | PÚBLICO-ALVO Adolescentes / jovens (12 - 25 anos) | Adultos (26 - 60 anos) | Lotação limitada _ Entrada Gratuita mediante levantamento de bilhete

Créditos fotográficos © Inês Samina e Helena Tomás

28 de maio às 10h00 (escolas) e 19h00 (Público em Geral)

Teatro Sá da Bandeira

Normas COVID-19

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Dom, 30 maio
17:00

Convento de São Francisco


Teatro Antiprincesas Direção Artística Cláudia Gaiolas
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Antiprincesas

SINOPSE

Juana Azurduy foi uma mulher-mãe-guerreira de origem indígena que lutou por um país melhor e pela independência da Bolívia. A cavalo, de espada e pistola em punho, esta mulher valente e gentil enfrentava todas as batalhas desafiando a própria vida.

ESPECIFICIDADES DO PROJETO

O CICLO ANTIPRINCESAS é uma série de quatro espetáculos criados por Cláudia Gaiolas a partir da coleção de livros Antiprincesas, editada pela Tinta da China e pela EGEAC, sobre mulheres que marcaram a história.

A pintora mexicana Frida Kahlo, a compositora e cantora chilena Violeta Parra, a militar boliviana de origem indígena Juana Azurduy e a escritora brasileira Clarice Lispector, são mulheres sem coroas, que não viveram em castelos e não tinham superpoderes, mulheres comuns, heroínas na vida real que desafiaram os cânones e revolucionaram o mundo através da arte, literatura ou política. Foram mulheres lutadoras, independentes e apaixonadas. A evocação destas verdadeiras heroínas vem sublinhar a evidência que a vida não é um «conto de fadas», mas também que vale a pena enfrentar dificuldades e lutar por aquilo em que acreditamos.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA

Direção Artística Cláudia Gaiolas Interpretação Leonor Cabral Dramaturgia Alex Cassal Cenografia e Figurinos Ângela Rocha Produção executiva Armando Valente Coprodução Teatro meia volta e depois à esquerda quando eu disser, São Luiz Teatro Municipal e EGEAC - Programação em Espaço Público

4Manobras – Festival Internacional de marionetas e formas animadas | Artemrede | Apoio DGArtes / República Portuguesa

Uma encomenda São Luiz Teatro Municipal e EGEAC - Programação em Espaço Público, a partir da coleção | Antiprincesas, edição de parceria entre a Tinta-da-China e a EGEAC.

Teatro | M/3 | 35 minutos | PÚBLICO-ALVO Pré-escolar (menores 5 anos) Crianças (5 - 11 anos) | Entrada Gratuita | Lotação Limitada

Créditos fotográficos © Estelle Valente

30 de maio às 17h00

Convento São Francisco

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Qua, 02 Jun
20:00

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual MARIGHELLA De Wagner Moura
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MARIGHELLA

Esta é a história de Carlos Marighella (1911-1969), ex-deputado comunista, escritor e guerrilheiro, tido como um dos maiores ícones do Brasil pela sua luta pela liberdade. Após o golpe de Estado de 1964, que mergulhou o Brasil numa ditadura militar (que durou até 1985), Marighella liderou um grupo de revolucionários. Mas, em Novembro de 1969, por ser considerado “inimigo número um” do regime, foi assassinado por agentes do DOPS (Departamento de Ordem Política e Social), numa acção coordenada pelo delegado Sérgio Paranhos Fleury. Só em 1996 é que o Ministério da Justiça brasileiro reconheceu a responsabilidade do Estado pela sua morte. A 7 de Março de 2008, foi decidido que Clara Charf, a sua mulher, teria direito a uma pensão vitalícia do Governo. Em 2012, depois da averiguação da Comissão da Verdade, José Eduardo Cardozo, então ministro da Justiça, oficializou a amnistia “post mortem” de Marighella.

Adaptação do livro “Marighella - O Guerrilheiro Que Incendiou o Mundo”, do jornalista Mário Magalhães, conta com realização do actor Wagner Moura (protagonista da série “Pablo Escobar” e dos filmes “Carandiru” ou “Tropa de Elite”), que aqui se estreia na realização e que também assina o argumento com Felipe Braga. A dar corpo a Marighella está o cantor e actor Seu Jorge, que contracena com Ana Paula Bouzas, Bella Camero, Herson Capri, Adriana Esteves e Guilherme Ferraz, entre outros.

Título original: Marighella | De: Wagner Moura | Com: Ana Paula Bouzas, Bella Camero, Herson Capri

Drama, Histórico | M/12 | BRA, 2019, Cores | 155 min. | 5€/2,5€ sócios Cineclube

Qua, 2 de junho às 20h00

Local: Teatro Sá da Bandeira

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Qua, 09 Jun
20:00

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual MAIS UMA RODADA De Thomas Vinterberg
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MAIS UMA RODADA

Segundo a teoria de um filósofo sueco, nascemos com um défice de álcool no sangue de 0,5 por cento, o que nos faz carregar uma certa melancolia. Para resolver o “problema”, sugere que se consuma diariamente a dose de álcool em falta e assim encontrar o equilíbrio. Quatro professores de um liceu decidem testar a teoria e começam a beber todos os dias. O resultado é positivo. Eles sentem-se bastante mais felizes, desinibidos e corajosos, o que os ajuda tanto nas suas relações pessoais como profissionais. Mas quando Martin desafia os companheiros a beber mais um pouco de maneira a maximizarem os efeitos, as coisas depressa ficam fora de controlo.

Vencedor do Óscar de melhor filme internacional em 2021, uma comédia dramática sobre diversão e vício, realizada por Thomas Vinterberg ("A Festa", "Querida Wendy", "A Caça", “A Comuna”). As personagens estão entregues a Thomas Bo Larsen, Magnus Millang, Lars Ranthe e Mads Mikkelsen, que já tinha trabalhado com Vinterberg no filme “A Caça”.

Título original: Druk | De: Thomas Vinterberg | Com: Mads Mikkelsen, Thomas Bo Larsen, Magnus Millang, Lars Ranthe

Comédia Dramática | M/12 | SUE/DIN/HOL, 2020, Cores | 117 min.| 5€/2,5€ sócios Cineclube

Qua, 9 de junho às 20h00

Local: Teatro Sá da Bandeira

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Qua, 16 Jun
20:00

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual FANTASMAS DO IMPÉRIO De Ariel de Bigault
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FANTASMAS DO IMPÉRIO

Ariel de Bigault, cineasta e divulgadora francesa, é clara: “Não estou a fazer um filme de catedráticos nem para catedráticos.” O que ela quis foi foi explorar “a maneira como o olhar português sobre as colónias foi mudando”. O documentário resulta de um interesse de longa data da cineasta parisiense pela lusofonia e pela miscigenação das culturas ocidental e africana, que Ariel, que fala fluentemente português, ajudou a divulgar em França através de reportagens, filmes, séries televisivas e edições de discos. Este filme sai do campo da música a que tradicionalmente associamos a sua autora e assume-se como uma obra que se destina a um público menos conhecedor da história do cinema.

Título original: Fantasmas do Império | De: Ariel de Bigault

Documentário | M/12 | POR, 2020, Cores | 112 min.| 5€/2,5€ sócios Cineclube

Qua, 16 de junho às 20h00

Local: Teatro Sá da Bandeira

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Uso obrigatório de máscara | Desinfeção das mãos à entrada | Respeitar o distanciamento social | Respeitar os circuitos de circulação | Atribuição de lugar por ordem de chegada | Obrigatoriedade de preenchimento do consentimento informado no local | Não é permitida a entrada de público após o início do espetáculo | No final do espetáculo permaneça sentado no seu lugar
Qua, 23 Jun
20:00

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual MISS MARX De Susanna Nicchiarelli
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MISS MARX

Brilhante, inteligente, apaixonada e livre, Eleanor é a filha mais nova de Karl Marx. Uma das primeiras mulheres a abordar os temas do feminismo e socialismo, participa na luta dos trabalhadores, dos direitos das mulheres e pela abolição do trabalho infantil. Em 1883, conhece Edward Aveling e sua vida é destruída por uma apaixonada, mas trágica história de amor.

Título original: Miss Marx | De: Susanna Nicchiarelli | Com: Romola Garai, Patrick Kennedy, John Gordon Sinclair, Felicity Montagu, Philip Gröning

Biografia | M/12 | BEL/ITA, 2020, Cores | 107 min.| 5€/2,5€ sócios Cineclube

Qua, 23 de junho às 20h00

Local: Teatro Sá da Bandeira

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Uso obrigatório de máscara | Desinfeção das mãos à entrada | Respeitar o distanciamento social | Respeitar os circuitos de circulação | Atribuição de lugar por ordem de chegada | Obrigatoriedade de preenchimento do consentimento informado no local | Não é permitida a entrada de público após o início do espetáculo | No final do espetáculo permaneça sentado no seu lugar
Qua, 30 Jun
20:00

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual CAROS CAMARADAS De Andrey Konchalovskiy
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CAROS CAMARADAS

União Soviética, 1962. Membro do Partido Comunista, Lyudmila acredita cegamente que trabalha em prol de uma sociedade justa e igualitária. Mas tudo muda quando, durante uma greve na fábrica de construção de locomotivas em Novocherkassk, testemunha um grupo de trabalhadores a ser assassinado a tiro de metralhadora sob as ordens do governo. O objectivo era encobrir as revoltas populares que surgiam com frequência devido às duras condições de trabalho e ao aumento das quotas de produção mínimas para cada funcionário, que lhes reduzia as remunerações. A partir daquele momento, toda a visão do mundo de Lyudmila se altera irremediavelmente.

Um drama baseado em factos reais que conta com realização, produção e argumento do veterano Andrei Konchalovsky ("O Rolo Compressor e o Violino", "Paraíso"). Em competição na 77.ª edição do Festival de Cinema de Veneza, recebeu o Prémio do Júri.

Título original: Dorogie Tovarishchi | De: Andrey Konchalovskiy | Com: Yuliya Vysotskaya, Vladislav Komarov, Andrey Gusev

Drama, Histórico | M/12 | RUS, 2020, Cores | 116 min.| 5€/2,5€ sócios Cineclube

Qua, 30 de junho às 20h00

Local: Teatro Sá da Bandeira

Normas COVID-19

Uso obrigatório de máscara | Desinfeção das mãos à entrada | Respeitar o distanciamento social | Respeitar os circuitos de circulação | Atribuição de lugar por ordem de chegada | Obrigatoriedade de preenchimento do consentimento informado no local | Não é permitida a entrada de público após o início do espetáculo | No final do espetáculo permaneça sentado no seu lugar