Sáb, 29 Nov
16:00
a Sáb, 14 Fev 2026
17:30

Casa Pedro Álvares Cabral/Casa do Brasil


Exposição No Desafio do Silenciar dos Fios Exposição de Arte Têxtil e Tapeçaria
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No Desafio do Silenciar dos Fios
A Casa do Brasil/Casa Pedro Álvares Cabral, em Santarém, recebe a partir do dia 29 de novembro, às 16 horas, a exposição `'No Desafio do Silenciar dos Fios´', dedicada ao trabalho da artista brasileira Cláudia Lima, reconhecida pela relevância do seu percurso no campo da arte têxtil contemporânea. A mostra estará patente até 14 de fevereiro de 2026.
A exposição reúne tapeçarias, esculturas têxteis e obras em que a artista explora a relação entre a forma, a cor e a matéria, combinando rigor geométrico e forte sensibilidade orgânica.
Natural do Rio de Janeiro, Cláudia Lima iniciou-se nas artes aos sete anos, na Escola de Arte Infantil do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio), sob orientação de Ivan Serpa (1923-1973), pioneiro do neoconcretismo. Construiu desde cedo um percurso marcado por prémios, participações internacionais e uma carreira contínua em pintura, têxteis e tapeçaria. Radicada em Lisboa desde 1980, estudou no Centro de Arte & Comunicação Visual (Ar.Co) e na Escola Nacional de Arte Decorativa de Aubusson, colaborando com instituições como o Museu da Tapeçaria de Portalegre – Guy Fino e a Manufactura de Tapeçarias de Portalegre.
Representada em coleções nacionais e estrangeiras, tem exposto em cidades como Berlim, Londres, Estocolmo, Nova Iorque, Roma, Helsínquia, São Paulo, Brasília, Portalegre e Lisboa.
Visitas de terça-feira a sábado, das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Sáb, 17 Jan
21:30
a Sáb, 28 Mar 2026
11:00

Teatro Sá da Bandeira


As bilheteiras abrem dia 6 de janeiro às 10h00
Evento Cultural O Teatro Sá da Bandeira é Casa e a Porta está Aberta! Programação de janeiro, fevereiro e março
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O Teatro Sá da Bandeira é Casa e a Porta está Aberta!
O Teatro Sá da Bandeira é Casa e a Porta está Aberta!

Programação de janeiro, fevereiro e março

As bilheteiras abrem dia 6 de janeiro às 10h00



O Teatro Sá da Bandeira é Casa e a Porta está Aberta! É este o mote para 2026 do Teatro Sá da Bandeira. Um espaço atento ao mundo, às suas tensões e transformações diárias, às memórias que nos unem e a forma como habitamos o espaço comum. A programação de 2026, é por isso uma viagem entre memória e futuro para a qual convidamos toda a comunidade a embarcar, a descobrir, a rir e encantar-se com o mundo à sua volta. O Teatro Sá da Bandeira será Casa para Todos, abraçando estruturas estabelecidas, novos criadores, agentes culturais locais e reforçando a relação estreita com os estabelecimentos de ensino do Concelho, pois acreditamos que o encontro com a arte desde a infância molda cidadãos mais preparados para enfrentar e descodificar o futuro.



Programação de janeiro de 2026 no Teatro Sá da Bandeira

Em janeiro, a programação do Teatro Sá da Bandeira apresenta um conjunto de espetáculos que, pela música, teatro e participação da comunidade, cruzam afetos e identidades individuais e coletivas. O habitual Concerto de Ano Novo, no CNEMA, une a comunidade em torno de uma causa solidária, celebrando a entrada num novo ano com as tradicionais valsas vienenses e polkas. Em Anoitecer, a comunidade imigrante residente em Santarém é convidada a fazer parte do processo de criação e apresentação do espetáculo, fortalecendo o tecido e a integração social, celebrando as diferentes histórias, memórias e identidades que nos constroem enquanto comunidade. Neste cruzamento de afetos, Carolina Deslandes apresenta-se no Teatro Sá da Bandeira com um concerto intimista de voz e guitarra, resgatando a emoção da voz e das palavras que diariamente nos unem. Terminamos o mês com Lilith, um espetáculo de teatro que aborda a figura mítica de Lilith, a primeira mulher de Adão, a que não se deixou subjugar. É por isso um mês que celebra um novo ciclo, a solidariedade em comunidade e a necessidade de escutarmos o vizinho do lado. Pois se somos Casa, queremos conhecer-nos e criar afetos.



Programação de fevereiro de 2026 no Teatro Sá da Bandeira

Em fevereiro, a programação do Teatro Sá da Bandeira aborda o amor, desde o início das paixões, às descobertas em conjunto, aos momentos mais tensos, mas também o fim das relações amorosas. Em O Amor é Fodido, João Garcia Miguel, a partir do clássico livro de Miguel Esteves Cardoso, traz a palco um monólogo tragicómico em jeito de stand-up sobre os labirintos do que é amar, de como as relações nos moldam e como as vivemos. Com Murmúrios de Pedro e Inês, da companhia Dança em Diálogos, mergulhamos pela dança numa das mais famosas histórias de amor nacional e em como um amor correspondido pode ser difícil e tornar-nos mais fortes para enfrentarmos o destino. Já em A Primeira Vez, de Tiago Correia, um espetáculo sobre a juventude, vemos em palco um rapaz e uma rapariga que se refugiam num parque para se conhecerem longe dos olhares alheios, descobrindo que a intimidade da sua relação é o verdadeiro refúgio. O Amor em cena fará com que todos criemos curiosidade pelo que vai ser apresentado.



Programação de março de 2026 no Teatro Sá da Bandeira

Em março, a programação do Teatro Sá da Bandeira, propõe unir a comunidade numa reflexão acerca do feminino com propostas que vão desde os clássicos à contemporaneidade. Por ocasião do Dia Internacional da Mulher, iniciaremos o mês com uma ocupação multidisciplinar a que chamámos Nem Rosas Nem Bombons, numa cocuradoria de Sara Carinhas e Tiago Fernandes que pretende celebrar a existência feminina através de conversas, oficinas, espetáculos e momentos de celebração coletiva. Em Carmen, revisitaremos a clássica ópera de Georges Bizet numa versão de flamenco pela companhia Barcelona Flamenco Ballet, celebrando a coragem feminina num mundo ainda desigual. Para assinalar o Dia Mundial do Teatro, apresentaremos o clássico texto Menina Júlia, sobre o choque de classes, sedução e desejo adaptado aos dias de hoje. Terminamos o mês com a presença do Teatro Nacional D. Maria II, apresentando o espetáculo para famílias Cabe mais um?, um projeto que questiona a hospitalidade e a convivência em comum. Fechamos assim este primeiro trimestre do Teatro Sá da Bandeira, com a expectativa de vir a fortalecer a relação com o público para as propostas de programação que estão preparadas para os restantes meses de 2026.



Espetáculo Anoitecer celebra diversidade cultural no Teatro Sá da Bandeira

O espetáculo Anoitecer chega ao palco do Teatro Sá da Bandeira, no dia 17 de janeiro, às 21h30, para celebrar a diversidade cultural através de histórias reais de pessoas de origem não portuguesa que hoje vivem em Santarém.

Uma criação da Companhia Cem Palcos que cruza teatro e música ao vivo, num encontro único entre gerações, línguas e memórias. Com temática sobre imigração, o projeto reúne sete profissionais, entre músicos e atores, e elementos de diferentes comunidades e culturas. O texto, costurado a partir de histórias contadas por estes imigrantes, é assinado pela escritora holandesa Hanneke Paauwe, que vive em Bruxelas, e pelo encenador britânico Graeme Pulleyn, um dos fundadores da companhia, criada em 2019.

Histórias de fuga, esperança, resiliência e afirmação cultural revelam-se num espetáculo dedicado à partilha, escuta e ao encontro, onde convivem canções de embalar, jogos tradicionais e narrativas de vida.

Com textos e músicas originais, o elenco conta com Catarina Moura, Filipa Fróis, Gonçalo Alegre, Leonardo Outeiro, Mariana Silva, Miguel Rodrigues e Pedro Vieira. A composição musical é de Bela Noia, com banda ao vivo.

Este espetáculo é uma coprodução do Teatro Sá da Bandeira - Santarém em conjunto com a ACERT, Centro de Artes de Águeda, Centro Cultural de Carregal do Sal e 23 Milhas – Ílhavo.

Bilhetes: 5€ (preço único).



Carolina Deslandes em concerto intimista no Teatro Sá da Bandeira

O Teatro Sá da Bandeira apresenta, na sexta-feira, 23 de janeiro, pelas 21h30, um concerto intimista de Carolina Deslandes, uma das mais influentes artistas da música portuguesaa. A cantora sobe ao palco num formato especial voz e guitarra, acompanhada pelo guitarrista Feodor Bivol, para interpretar temas dos seus discos — incluindo o álbum duplo CAOS e calma — num registo mais próximo e despojado.

Com milhões de visualizações e um percurso artístico em constante afirmação, Carolina Deslandes consolidou-se como uma das vozes mais reconhecidas da sua geração.

Neste concerto, o público terá a oportunidade de escutar canções emblemáticas da artista num registo despojado, revelando a força da sua escrita, a intensidade da sua interpretação e a relação de proximidade que estabelece em palco.

Bilhetes: 15€ (preço único).



Teatro Sá da Bandeira apresenta Lilith, uma reflexão sobre insubmissão e invisibilidade feminina

O Teatro Sá da Bandeira apresenta, no dia 30 de janeiro, às 21h30, Lilith, uma coprodução que revisita o mito ancestral da primeira mulher, apagada da narrativa bíblica, mas preservada na tradição judaica, para o confrontar com a realidade e com as tensões que moldam a vida das mulheres nos nossos dias.

Nesta interpretação teatral, a figura de Lilith, associada à rebeldia, luxúria e punição, renasce no corpo e na voz de uma mulher comum, invisível entre tantas outras que habitam os apartamentos das cidades modernas. Expulsa do `paraíso´ todos os dias, Lilith enfrenta o custo da sua insubmissão — a recusa em aceitar normas, expectativas e hierarquias que a diminuem.

Em palco, dois homens e duas mulheres partilham um território reconhecível, movendo-se entre duas forças opostas e permanentes: a imposição de papéis sociais, morais e afetivos que lhes são ditados de fora; e a urgência em expressar a sua verdadeira natureza interior.

Deste confronto nasce um espetáculo que abre espaço para uma reflexão urgente sobre género, poder, identidade e liberdade, convocando passado e presente, mito e quotidiano, para um mesmo lugar de questionamento.

Este espetáculo é uma coprodução do Teatro Sá da Bandeira – Santarém, DeVIR CAPa, Faro, Chão de Oliva, Sintra | Apoios e acolhimentos CAL – Primeiros Sintomas, Lisboa, Palmilha Dentada, Porto, TEP - Teatro Experimental do Porto

Bilhetes: 5€ (preço único).



O Amor é Fodido: João Garcia Miguel revisita Miguel Esteves Cardoso

No sábado, 7 de fevereiro, às 21h30, o Teatro Sá da Bandeira acolhe O Amor é Fodido, numa criação e interpretação de João Garcia Miguel baseada no texto de Miguel Esteves Cardoso. O espetáculo propõe uma viagem crua, divertida e desarmante ao território do amor e de tudo aquilo que nele nos fere, cega, salva e destrói.

O Amor é Fodido mergulha no coração das relações humanas com um olhar contemporâneo, bem-humorado e cru, transformando o palco num espaço onde o amor é tratado em todas as suas vertentes — desde a paixão arrebatadora à frustração, desde o desespero até à alegria de recomeçar. Inspirado na obra de Miguel Esteves Cardoso, o espetáculo assume o desafio de tornar visível o invisível, de nomear o que nos fere, e de rir e refletir sobre a complexidade do amor nas nossas vidas.

A encenação de João Garcia Miguel propõe uma experiência íntima e intensa, onde a palavra e a interpretação se tornam veículos de emoção, humor e questionamento. O texto, adaptado por João Garcia Miguel, revela a capacidade de Miguel Esteves Cardoso de captar a essência das relações humanas, mostrando que o amor é simultaneamente sublime e cruel, capaz de elevar-nos e de nos colocar frente ao abismo.

Bilhetes: 5€ (preço único).



Murmúrios de Pedro e Inês: Amor, dança e emoção em cena no Teatro Sá da Bandeira

O Teatro Sá da Bandeira apresenta, no dia 21 de fevereiro, às 21h30, Murmúrios de Pedro e Inês, um bailado que combina dança, música e texto, oferecendo ao público uma experiência intensa e original.

O espetáculo revisita a célebre história de Pedro e Inês, transportando o passado para o presente e para um tempo íntimo, interior a cada um de nós. Dois bailarinos percorrem os diversos quadros desta narrativa, explorando emoções, relações e conflitos, enquanto a música de compositores portugueses e o texto cuidadosamente escolhido revelam a musicalidade da língua e a harmonia do sentimento.

Criado por Solange Melo e Fernando Duarte, com interpretação de Diana Faria e Pedro Alves, Murmúrios de Pedro e Inês recebeu em 2018 o Prémio da Dança Anna Mascolo da Mirpuri Foundation, destacando-se como um exemplo de inovação e sensibilidade artística no panorama da dança contemporânea portuguesa.

Bilhetes: 5€ (preço único).



A Primeira Vez, de Tiago Correia, um retrato íntimo e sensível da juventude

O Teatro Sá da Bandeira vai ter em cena, no dia 27 de fevereiro, às 21h30, o espetáculo A Primeira Vez, uma criação de Tiago Correia da companhia A Turma, que mergulha no universo da juventude através de um encontro carregado de vulnerabilidade, descoberta e emoção.

A peça acompanha um rapaz e uma rapariga que se refugiam num parque, afastados dos olhares dos outros, para viverem a sua primeira experiência de intimidade. O que começa como um momento esperado e embaraçoso transforma-se numa revelação mais profunda: a relação entre ambos é o verdadeiro porto seguro, um espaço onde podem finalmente ser quem são, longe das pressões e dos medos que enfrentam no quotidiano.

Com a escrita delicada e incisiva de Tiago Correia, A Primeira Vez revela-se uma reflexão sobre crescimento, desejo, medo e cumplicidade (sobre tudo aquilo que a juventude carrega e raramente ousa dizer em voz alta).

O espetáculo conta com interpretações de Francisca Sobrinho e Rafael Paes, cenografia de Ana Gormicho, figurinos de Sara Miro, desenho de luz de Pedro Nabais e música original de André Júlio Turquesa.

Bilhetes: 5€ (preço único).



Nem Rosas Nem Bombons celebra a existência feminina A propósito do Dia Internacional da Mulher, o Teatro Sá da Bandeira, recebe entre 6 e 8 de março um evento que resultou de uma cocuradoria entre Sara Carinhas e Tiago Fernandes. O projeto propõe a ocupação livre dos seus espaços, através de conversas, oficinas, espetáculos e momentos de celebração, como forma de promover o encontro e a partilha de reflexões e expressões artísticas que coloquem no centro de cena o que se deseja ser uma reflexão, em constante movimento, sobre a existência feminina, nas suas múltiplas dimensões. Não serão precisas rosas, nem bombons. Daremos antes espaço ao afeto em comunidade, ao diálogo e à resistência. A programação detalhada desta iniciativa será apresentada brevemente. Bilhetes: 5€ (preço único). Espetáculo de dança apresenta nova versão da opera clássica Carmen Na noite de sexta-feira, 13 de março, a partir das 21h30, o palco do Teatro Sá da Bandeira recebe o espetáculo de dança, Carmen, a cargo de Barcelona Flamenco Ballet. A companhia espanhola apresenta uma adaptação contemporânea e uma nova interpretação da obra clássica composta por Georges Bizet. A partir da icónica obra de Bizet, esta nova versão vai muito além da narrativa tradicional e explora a atual luta pelos direitos das mulheres. Carmen é uma cigana poderosa e apaixonada que enfrenta um mundo desigual, convertendo-se num símbolo de liberdade e coragem. A relação amorosa com o toureiro Escamillo dá origem a uma intensa história de amor que se expressa através de apoteóticas coreografias de flamenco, combinadas com um sapateado explosivo e elementos de dança moderna. O espetáculo, a partir da clássica ópera, cria uma fusão entre a música original, composta por Bizet, com a expressão tradicional do canto flamenco. Criado para cativar tanto amantes de ópera, como seguidores de flamenco, Carmen oferece uma experiência que se espera enriquecedora, abrindo portas a um novo paradigma das artes cénicas. Bilhetes: 10€ (preço único). Menina Júlia, uma noite de desejo e sedução no Dia Mundial do Teatro No Dia Mundial do Teatro, 27 de março, a partir das 21h30, o palco do Teatro Sá da Bandeira vai ser o cenário de Menina Júlia, um clássico da dramaturgia, numa encenação de João de Brito, espetáculo coproduzido pelo Teatro da Trindade e pela companhia Lama Teatro. Júlia é uma jovem de uma família rica que, por detrás de uma inocência aparente, esconde um lado provocador, frágil e despojado. A ação desenrola-se na cozinha de uma das casas de seu pai, o Senhor S., também conhecido como o dono disto tudo. Numa noite de festa de comemoração da entrada do verão, Júlia seduz e é seduzida por João, um homem elegante e ambicioso, criado do Senhor S. e noivo de Cristina, a cozinheira da casa. Cristina assiste ao rápido desenrolar desta relação, sempre com o olhar resignado de quem sabe pertencer a uma classe menos favorecida. Desejo, sedução, luxúria, ódio, atração e repulsa, conflitos de poder, o choque violento das classes sociais e dos sexos povoam aquela que será uma noite trágica. Bilhetes: 5€ (preço único). Cabe mais um?, do Teatro Nacional D. Maria II, apresenta-se em Santarém para a infância Na manhã do dia 28 de março, a partir das 11h00, o Teatro Sá da Bandeira, em estreita relação com o Teatro Nacional D.Maria II, dedica uma sessão ao público infantil com o espetáculo Cabe Mais Um?, inserido no projeto Boca Aberta do TNDMII. Com encenação de Catarina Requeijo e texto de Inês Fonseca Santos e Maria João Cruz, a estória acompanha dois gatos que vivem numa casa há muito tempo. Espreguiçam-se e penteiam os respetivos bigodes sempre que lhes dá na gana. Só uma coisa os impede de serem gatos à vontade: o cão que, entretanto, passou a viver com eles. Tem hábitos tão diferentes, não se consegue aguentar. O cão tenta adaptar-se e nem se importa de fazer vida de gato. Mas parece que, naquela casa, não cabe mais ninguém. O desenrolar da história irá assim revelar algumas surpresas antes do desfecho. O projeto Boca Abert é uma iniciativa do Teatro Nacional D. Maria II e da Fundação La Caixa, em colaboração com o BPI e em parceria com o Plano Nacional das Artes. Bilhetes: 5€ (gratuito para crianças quando acompanhadas por adulto). A programação do Teatro Sá da Bandeira tem apoio da República Portuguesa - Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses. Teatro Sá da Bandeira: Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00 Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes. Encerrado ao sábado, domingo, segunda-feira e dias feriados. Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes poder realizada através da plataforma online BOL e nas lojas Worten e FNAC.
Qua, 21 Jan
21:30

Teatro Sá da Bandeira


As bilheteiras abrem dia 6 de janeiro às 10h00
Cinema/Audiovisual Estava escuro na barriga do Lobo de Joana Botelho
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Estava escuro na barriga do Lobo
Cinema | Estava escuro na barriga do Lobo, de Joana Botelho



Cinema | Qua, 21 jan às 21h30 | Teatro Sá da Bandeira

Preço público geral » 5€ | sócios Cineclube » 2,5€ | bilhete jovem até 30 anos » 1€ | bilhete jovem até 30 anos sócio cineclube » entrada gratuita



Título original: ESTAVA ESCURO NA BARRIGA DO LOBO

De: Joana Botelho

Documentário, PORT, 2025, 60’, M/12



Sinopse: Última Memória, peça de Sara Carinhas, estreou no Teatro São Luiz em Março de 2023. Estava Escuro na Barriga do Lobo não é um making of dessa criação, mas uma incursão de Joana Botelho pelas dúvidas deambulatórias de Sara no caminho percorrido até as cortinas se abrirem.

Na sessão especial, realizadora e encenadora jogam ao encontro entre a tela e o corpo ao vivo da atriz, numa dramaturgia que faz co-habitar o filme com curtas cenas do espetáculo, que o público comum do filme não vê. Será uma festa de combate à solidão única e irrepetível, como na vida e como no teatro.

A sessão deste filme conta com uma performance de Sara Carinhas.



A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses



Teatro Sá da Bandeira

Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados



Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten, CTT e FNAC.



Contactos:

T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Qua, 21 Jan
21:30
a Qua, 25 Mar 2026
23:00

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual Cinema Programação de janeiro, fevereiro e março
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Programação de janeiro, fevereiro e março

As bilheteiras abrem dia 6 de janeiro às 10h00

CINEMA no Teatro Sá da Bandeira em janeiro de 2026



Santarém recebe atriz que inspirou documentário `Estava Escuro na Barriga do Lobo´

O Teatro Sá da Bandeira recebe na noite de quarta-feira, 21 de janeiro, a partir das 21h30, a visita da atriz Sara Carinhas, artista que inspirou e protagoniza o documentário `Estava Escuro na Barriga do Lobo´, realizado por Joana Botelho.

O filme foi concebido a partir de uma criação teatral de Sara Carinhas, que protagoniza um documentário onde se acompanha o seu percurso com todas as suas dúvidas e inquietações ao longo do processo que antecedeu a estreia da peça a `Última Memória´, apresentada no palco do Teatro São Luiz, em Lisboa, em março de 2023.

Durante 60 minutos, o documentário de Joana Botelho, lançado em 2025, rejeita ser um "making of" da peça de teatro, e propõe antes uma incursão pelo trabalho da encenadora e atriz, revelando como foi a construção do espetáculo antes da estreia ao público.

Na sessão especial que Santarém vai poder assistir, a realizadora e a encenadora “jogam ao encontro entre a tela e o corpo ao vivo da atriz, numa dramaturgia que faz co-habitar o filme com curtas cenas do espectáculo, que o público comum do filme não vê”, segundo indica a sinopse que acompanha a sessão.



Justa, um filme de Teresa Villaverde

Na noite de 28 de janeiro, pelas 21h30, o Teatro Sá da Bandeira recebe o drama realizado por Teresa Vilaverde, ‘Justa’, uma coprodução entre Portugal e França apresentada durante 2025.

O enredo situa-se em Portugal, em 2017, quando grandes incêndios destruíram floresta, mataram crianças e adultos, tanto nas suas aldeias como encurralados numa estrada rodeada por chamas intensas. Neste trágico ano, “a comunicação não funcionou, e as aldeias não tinham abrigos, como ficou provado. A ação do filme acontece, no entanto, mais tarde, seguindo um pequeno núcleo de pessoas que perderam familiares mais próximos, e que agora estão no processo de aprender a viver depois de tudo o que viram desaparecer.

O filme teve a sua estreia mundial em outubro, no Festival do Rio de Janeiro, onde foi prestada homenagem à atriz Betty Faria que interpreta um dos papéis principais.

‘Justa’ é uma ficção que parte da catástrofe dos incêndios de 2017, e que lembra como tantas experiências na vida não são partilháveis, nem entendíveis por quem não passou por elas.



CINEMA no Teatro Sá da Bandeira em fevereiro de 2026



‘Devorar a Noite´, um filme onde se exploram os limites da realidade virtual

Na noite de quarta-feira, 4 de fevereiro, pelas 21h30, é exibido no Teatro Sá da Bandeira o filme `Devorar a Noite´, realizado por Jonathan Vinel e Caroline Poggi. Trata-se de um thriller dramático vindo de França, lançado em 2024, onde através da história intensa de dois irmãos ligados por um videojogo de realidade virtual se exploram os limites entre identidade, fantasia digital e violência urbana.

O filme acompanha Apolline, jovem que vive imersa no videojogo de realidade virtual Darknoon, onde cria a sua própria existência, em contraste com o Havre, a cidade onde vive, e o seu irmão Pablo, cuja vida muda por completo quando se envolve com Night, um traficante em conflito com um gangue rival. Um dia, no jogo, recebe um aviso: em breve, dentro de dois meses, no Natal, o servidor do jogo vai-se desligar para sempre. À medida que o desligar iminente do jogo ameaça o mundo de Apolline, o filme coloca em choque a realidade e o universo digital, num retrato intenso de desejo, fuga e obsessão.



Comédia britânica `Sister Midnight´ apresenta um mundo de fantasia

A comédia britânica `Sister Midnight´, de Karan Kandhari, chega ao Teatro Sá da Bandeira na quarta-feira, 11 de fevereiro, a partir das 21h30. O enredo da fita mostra um casamento arranjado e um casal excêntrico enfiado numa pequena cabana com paredes de papel, em Mumbai, na Índia. Desajeitados e sozinhos, com uma total falta de dotes domésticos, enfrentam ainda vizinhos bisbilhoteiros, até que o mundo noturno de Bombaim e os seus habitantes levam a confrontar os seus próprios comportamentos estranhos.

Muita excentricidade que vão definir o tom desta comédia fantástica onde se mistura humor, com fantasia e reflexões sobre relações humanas.



`No Romper da Luz´, um filme que explora relação entre amor a e a dor

O Teatro Sá da Bandeira exibe na quarta-feira, 18 de fevereiro, às 21h30, o drama `No Romper da Luz´, uma intensa história de amor, luto e segredos, realizada pelo cineasta islandês Rúnar Rúnarsson.

O enredo mostra a estória de Una, uma mulher que vive uma relação secreta com Diddi, um homem que, apesar de comprometido com Klara, também nutre sentimentos por ela. Quando ele decide terminar o namoro, sofre um acidente fatal, deixando Una confrontada com uma dor profunda e privada. Enquanto Klara e os amigos partilham o luto de forma aberta, Una vê-se obrigada a enfrentar sozinha e em segredo a perda daquele grande amor.

O filme segue uma narrativa l que explora o impacto do amor e da perda, revelando a complexidade das emoções humanas e das relações secretas.



‘Verdades Difíceis’, um filme de Mike Leigh sobre relações familiares

O mais recente drama do realizador inglês, Mike Leigh, `Verdades Difíceis', chega ao grande ecrã do Teatro Sá da Bandeira na noite de quarta-feira, 25 de fevereiro, pelas 21h30.

`Verdades Difíceis', de 2024, é uma coprodução entre Espanha e Reino Unido, que mostra a luta constante de Pansy, uma figura atormentada por dores físicas e emocionais, e a sua relação com o mundo. Esta manifesta-se através da raiva e do confronto: discute com a família, com o médico, com a rapariga da caixa do supermercado. A única pessoa que a compreende é Chantelle, a sua irmã mais nova, mãe solteira e com uma vida mais descontraída, acolhida pelo calor das filhas e das clientes do seu salão.

O filme explora os limites da empatia e da paciência, revelando as profundezas dos laços familiares, do dever, e de um dos maiores mistérios da condição humana: o facto de, mesmo após vidas marcadas pela dor e pela adversidade, mesmo em circunstâncias de sofrimento, é possível continuar a amar e a cuidar daqueles a quem chamamos família.



CINEMA no Teatro Sá da Bandeira em março de 2026



Sessão de aquecimento do Festival de Cinema de Santarém

Na noite de 11 de março, pelas 21h30, o Teatro Sá da Bandeira recebe a primeira sessão de antevisão do Festival Internacional de Cinema de Santarém (FICS), que vai decorrer no próximo mês de maio.

Nesta sessão de Warm-up do FICS 2026, será exibido o Documentário ‘As Estações’ que viaja pelo Alentejo profundo.

Documentário apresentado durante 2025, ‘As Estações’ foi realizado por Maureen Fazendeiro. Ao longo de 82 minutos junta depoimentos de trabalhadores rurais e notas de campo recolhidas por um casal de arqueólogos, imagens de arquivos amadores e desenhos científicos, lendas, poemas e canções.

Segundo a sinopse que acompanha o documentário, ‘As Estações’ “é uma viagem pela história real e inventada de uma região de Portugal, o Alentejo, e dos povos que ali viveram”, tratando-se de “um filme arqueológico que escava a paisagem, as vozes e os gestos do povo alentejano para revelar os vestígios de uma história comum de guerras e revoluções, medo e resistência, permanência e metamorfose”.



Documentário ‘Sete Invernos em Teerão’ mostra repressão no Irão

A 18 de março, quarta-feira, o Teatro Sá da Bandeira recebe o documentário ‘Sete Invernos em Teerão’, a partir das 21h30. Realizado pela cineasta alemã, Steffi Niederzoll, em 2023, recua alguns anos, até 7 de julho de 2007, acompanhando Reyhaneh Jabbari, uma jovem de 19 anos, durante uma reunião de negócios com um novo cliente. Para ela, este é apenas mais um dia comum, porém a sua vida mudará para sempre quando o novo cliente a tenta violar. Ela esfaqueia-o em legítima defesa e foge do local. Mais tarde, no mesmo dia, é presa e imediatamente acusada de assassinato. Apesar de muitas evidências apontarem para legítima defesa, em tribunal, Reyhaneh não tem qualquer hipótese de defesa. O seu agressor era um homem influente e poderoso e mesmo após a sua morte, continua a ser protegido por uma sociedade patriarcal e Reyhaneh é condenada à morte.

Graças a vídeos pessoais, secretamente gravados e fornecidos pela família de Reyhaneh, juntamente com depoimentos seus, as cartas escritas na prisão e outros arquivos, o filme retrata a sua detenção, o seu julgamento e o destino desta mulher que se tornou num símbolo de resistência no país. A sua luta pelos direitos das mulheres ecoa a luta de tantas outras e ‘Sete Invernos em Teerão’ lança uma luz sobre como são as mulheres verdadeiramente tratadas no Irão.

Drama filmado na Geórgia acompanha vida de mulheres obrigadas a violar leis

‘April’ é o último filme exibido em março, no Teatro Sá da Bandeira na noite de quarta-feira, 25, pelas 21h30.

Drama conduzido por Dea Kulumbegashvili, realizadora nascida na Geórgia, a fita mostra a vida de Nina, uma obstetra que trabalha num hospital isolado, situado numa zona rural da Geórgia. Quando um recém-nascido morre sob os seus cuidados, torna-se o centro de uma investigação que acaba por expor aquilo que ela tenta esconder a todo o custo: há anos que realiza abortos clandestinos ao domicílio, ajudando mulheres das aldeias vizinhas em situações desesperadas, mesmo consciente da violação da lei. À medida que a pressão aumenta, a sua vida profissional e pessoal começa a desmoronar, revelando os dilemas éticos e os riscos que enfrenta para proteger outras mulheres.



Bilhetes Cinema: 5 € (geral) | 2,5 € (sócios Cineclube) | 1 € (jovens até 30) | gratuito (jovens até 30 sócios Cineclube)

Entradas à venda/disponíveis na bilheteira do Teatro Sá da Bandeira, na plataforma online BOL e nas lojas Worten e FNAC.

A programação do Teatro Sá da Bandeira tem apoio da República Portuguesa-Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES - Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

Sex, 23 Jan
21:30

Teatro Sá da Bandeira


As bilheteiras abrem dia 6 de janeiro às 10h00
Música Carolina Deslandes Voz & Guitarra
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Carolina Deslandes
Carolina Deslandes, Voz & Guitarra



Música

Sex, 23 jan. às 21h30

Teatro Sá da Bandeira

Classificação Etária M/6 | Duração 90 min. |Preço: 15€ (preço único)



Carolina Deslandes é uma das maiores artistas da atual geração de cantores e compositores portugueses. Com milhões de visualizações no YouTube, tem trilhado um percurso meteórico desde a sua estreia, afirmando-se como uma das maiores referências não apenas no universo digital, mas na música nacional contemporânea.

Editou este ano o álbum duplo CAOS e calma, que conta com os temas Vai Lá, Saia da Carolina e Brincar de Ser Feliz, entre muitos outros. Apresenta-se agora em duo voz e guitarra, acompanhada pelo seu guitarrista Feodor Bivol, interpretando as suas canções mais despidas, num formato que promete estreitar ainda mais a sua relação com o público.



Biografia

Carolina Deslandes é uma das maiores artistas da actual geração de cantores e compositores portugueses. Com milhões de visualizações no Youtube tem trilhado um percurso meteórico desde a sua estreia, afirmando-se como uma das maiores referências não apenas no universo digital, mas na música nacional contemporânea.

Com apenas 19 anos, em 2010, Carolina participou no programa “Ídolos” onde conquistou o público português. Em 2012, editou Não é Verdade, primeiro single a chegar às maiores rádios nacionais, extraído do seu álbum homónimo. Em 2014, lançou Blossom, de onde saiu o dueto com Agir, Mountains, que se tornou um sucesso sem precedentes, contabilizando até hoje mais de 15 milhões de visualizações.

Casa, o seu terceiro disco de originais, foi editado a 20 de Abril de 2018 e entrou diretamente para o 1º lugar do Top nacional de vendas, tornando-se o álbum que mais vendeu na semana de estreia. Pertencem a Casa os temas A Vida Toda - galardoado com o Globo de Ouro de melhor canção, com o single de Ouro e com mais de 12 milhões de visualizações no Youtube - e Avião de Papel (letra e música de Carolina Deslandes) feat. Rui Veloso, que em apenas 2 meses ultrapassou 3 milhões de visualizações no Youtube e voou diretamente para os tops de venda e streaming nacionais.

Foi distinguida em 2021, pelo segundo ano consecutivo, com o Prémio Cinco Estrelas “Personalidade na área da Música”, dias depois do lançamento do seu muito aguardado EP Mulher, que apresentou ao vivo num evento esgotado em horas. Mulher é um EP, uma curta-metragem e a expressão máxima de uma artista de causas, que se transcende a cada passo que dá. A curta-metragem, com o mesmo nome, em que se podem ouvir as canções do EP e assistir à ficção escrita, narrada e protagonizada por Carolina Deslandes, representa várias gerações de mulheres vítimas de violência doméstica. Está nomeada para um Grammy Latino na Categoria de Melhor Vídeo de Longa Duração, foi #1 do iTunes, no dia de lançamento e o single Não Me Importo teve entrada direta para o top 100 do Spotify em Portugal.

Em Setembro de 2021, Carolina Deslandes lançou Eco, uma nova canção e vídeo, no prestigiado Colors, uma das mais importantes plataformas internacionais de música. Eco evoca e homenageia Amália através do refrão de Grito.

Em Janeiro de 2022 esgotou os Coliseus de Lisboa e do Porto, tendo recebido nesse mesmo ano o Globo de Ouro de Melhor Atuação pelo concerto no Coliseu dos Recreios. Este foi o terceiro Globo de Ouro da artista, que foi anteriormente galardoada com Melhor Música duas vezes com A Vida Toda e Por Um Triz, música que levou ao Festival da Canção 2021 e que também lhe deu a nomeação para o Globo de Melhor Intérprete.

Editou em 2023 o álbum duplo CAOS e calma, que conta com os temas Vai Lá, Saia da Carolina e Brincar de Ser Feliz, entre muitos outros. Carolina continua a encher salas por todo o país, destacando-se neste ano a sua estreia com casa cheia na Super Bock Arena, no Porto. A estes feitos junta o de se ter tornado a primeira cantora pop portuguesa a atuar em nome próprio na Altice Arena.

Em 2024, a cantautora lançou o single "Como É Linda", rapidamente conquistando as rádios portuguesas, e prepara-se agora para um novo marco na sua carreira, com o lançamento do aguardado novo álbum em 2025.



A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses



Teatro Sá da Bandeira

Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados



Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.



Contactos:

T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Qua, 28 Jan
21:30

Teatro Sá da Bandeira


As bilheteiras abrem dia 6 de janeiro às 10h00
Cinema/Audiovisual Justa de Teresa Villaverde
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Justa
Cinema | Justa, de Teresa Villaverde



Cinema

Qua, 28 jan. às 21h30

Teatro Sá da Bandeira

Preço público geral » 5€ | sócios Cineclube » 2,5€ | bilhete jovem até 30 anos » 1€ | bilhete jovem até 30 anos sócio cineclube » entrada gratuita



Título original: Justa

De: Teresa Villaverde

Drama, PORT/FRA, 2025, 108’, M/12



Sinopse:

Em 2017, em Portugal, grandes incêndios destruíram floresta, mataram crianças e adultos, uns morreram nas suas aldeias e outros encurralados numa estrada. A comunicação não funcionou, e as aldeias não tinham abrigos. A ação não se passa nesse ano, mas já mais tarde. Acompanha um núcleo pequeno de pessoas que perderam os familiares mais próximos, e que agora estão no seu processo de aprender a viver depois de tudo o que perderam.



O filme teve a sua estreia mundial em Outubro no Festival do Rio, onde foi prestada homenagem à atriz Betty Faria que interpreta um dos papéis principais. Justa é uma ficção que tem como génese a catástrofe dos incêndios de 2017, e que nos lembra como tantas experiências na vida não são partilháveis nem entendíveis por quem não passou por elas.



A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses



Teatro Sá da Bandeira

Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados



Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.



Contactos:

T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Sex, 30 Jan
21:30

Teatro Sá da Bandeira

Ter, 3 fev às 10h30 – prioridade público escolar (Serviço Educativo)

As bilheteiras abrem dia 6 de janeiro às 10h00
Teatro Lilith Teatro - Coprodução
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Lilith
Lilith

Teatro - Coprodução

Sex, 30 jan às 21h30

Ter, 3 fev às 10h30 – prioridade público escolar (Serviço Educativo)

Classificação Etária M/14 | Duração 75 min. | Preço: 5€ (preço único)

Teatro Sá da Bandeira



Sinopse

Nesta interpretação teatral do mito de Lilith - excluído da Bíblia mas preservado na literatura religiosa judaica, a figura da mulher lúbrica e perniciosa é trazida à luz do presente e ecoa na vida duma mulher dos nossos dias, tão “invisível” como qualquer outra, a habitar um pequeno apartamento no nosso prédio, na nossa cidade. Chama-se Lilith, foi expulsa hoje do paraíso, é expulsa todos os dias pela primeira vez, e todos os dias paga o preço da sua insubmissão a qualquer ordem ou lei, ou regra, ou preceito que a inferiorize.

Em cena, dois homens e duas mulheres vivem num mundo e num tempo que reconhecemos como próximo e agem uns com os outros a partir de duas condições principais que os colocam em permanente tensão: ora sucumbem à imposição de “papeis” ditados a partir de fora, ora exprimem a natureza mais genuína de si mesmos.



Ficha Técnica e Artística

Texto Francisco Luís Parreira | Dramaturgia, encenação e espaço cénico Nuno Nunes | Co-criação e interpretação Joana Seixas, João Cachola, Pedro Emauz, Sofia Franco | Figurinos Patrícia Raposo | Música Alexandre Bernardo | Desenho de luz António Vilar | Fotografia Vitorino Coragem | Registos vídeo Bodhgaya Films | Design gráfico Juliana Napolitano | Apoio à Produção Daniela Rosado | Produção Propositário Azul | Apoio República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes, Fundação GDA | Co-produção Teatro Sá da Bandeira, Santarém, DeVIR CAPa, Faro, Chão de Oliva, Sintra | Apoios e acolhimentos CAL – Primeiros Sintomas, Lisboa, Palmilha Dentada, Porto, TEP - Teatro Experimental do Porto



Biografias



NUNO NUNES, dramaturgia e encenação

Estreou-se como ator em 1997. Trabalhou com diversas companhias, tais como A Barraca, o TNDM II, Teatro Aberto, Teatro de Almada, Teatro Meridional, O Bando, Teatro dos Aloés, Cornucópia, Ao Cabo, TNSJ, Causas Comuns, Propositário Azul ou Primeiros Sintomas, em espetáculos encenados por, entre outros, Maria do Céu Guerra, Carlos Avilez, João Lourenço, Maria João Miguel, Giancarlo Cobelli, Solveig Nordlund, Nuno Pino Custódio, Beatriz Batarda, Sónia Barbosa, José Peixoto, Luís Miguel Cintra, João Brites, Rogério de Carvalho, Sofia Cabrita, Nuno Cardoso, Cristina Carvalhal, Raquel Castro, Sandra Faleiro, Bruno Bravo, Miguel Seabra e Jorge Silva.

Prémio Melhor Actor de Teatro da SPA 2025 por “Um Eléctrico Chamado Desejo” enc. Bruno Bravo.

No cinema destaca o trabalho com Rita Azevedo Gomes (“Frágil Como o Mundo”, 2001), Joaquim Leitão (“Até Amanhã Camaradas”, 2005 e “20,13”, 2006), Margarida Cardoso e Johan Schelfhout (“Aljubarrota”, 2008) e Luís Filipe Rocha (O Teu Rosto Será o Último, 2023 - Nomeação Melhor Actor Secundário pela Academia Portuguesa de Cinema). Conta também com participações em duas de dezenas de produções para televisão, entre telenovelas e séries com destaque para, “Três Mulheres” (2018), “Vidas Opostas” (2019), “Até Que a Vida nos Separe” e “Glória” (2021), “O Clube T4/5” (2024) ou “Finisterra” (2025).

Encenador e produtor desde 2002 e membro fundador da Propositário Azul (2003), encenou textos de Ghelderode, António Patrício, José Régio, Franz-Xaver Kroetz, Margarida Fonseca Santos, Gil Vicente, Sophia de Mello Breyner Andersen, August Strindberg e Natália Correia; além destes foi responsável por várias criações originais como “A Rulote”, “Efabulação”, "Condomínio" e outras que resultaram de adaptações como “Da Imortalidade” (do Épico de Gilgamesh), “O Arranca Corações” (de Boris Vian) e “Lusíadas Glória e Engano” (a partir de Luís de Camões”) .

Frequentou o curso de Arquitectura da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto e é licenciado pela Escola Superior de Teatro e Cinema (ESTC). Desenvolve atividade regular como docente, tendo colaborado com diferentes instituições de ensino como a ESTC, o Chapitô ou a Escola Superior Artística das Caldas da Rainha. Como formador destaca a colaboração com o Instituto Camões em Timor Leste (2002), a colaboração com a rede Voyages du Geste em Portugal (2011) e no Líbano (2013) e com o Theatre Day Productions em Gaza (2015). É, desde 2007, professor de interpretação na ACT – Escola de Actores.



FRANCISCO LUÍS PARREIRA, texto original

É doutorado em Ciências da Comunicação, na especialidade de Cultura Contemporânea e Novas Tecnologias (UNL, 2012). Grau de Mestre na mesma especialidade e instituição. Obteve a licenciatura em Filosofia (FLUL, 1987) e uma pós-graduação em Ciências Diplomáticas (ISCSP, 1989). Leccionou a cadeira de Estudos Culturais do Som na licenciatura de Culturas e Tecnologias do Som (ULHT) e é professor na Escola Superior de Teatro e Cinema (IPL), onde rege as cadeiras de Estética e Arte Contemporânea, Literatura Dramática (I e II), Teorias da Arte Teatral II e Artes Performativas do Oriente.

As suas áreas de ensino e produção académica têm sido as artes performativas, a historia do teatro, a teoria política e a estética. No teatro, tem exercido actividade como autor e dramaturgo. Publicou poesia e teatro.

Tem actividade como guionista e crítico literário. Como autor e dramaturgo e pontualmente como ator ou encenador, colaborou com as companhias Pogo, Artistas Unidos, Primeiros Sintomas, Teatrosfera, Teatromosca, Assédio, Propositário Azul, Teatro Meridional e João Garcia Miguel.

Traduziu, para a cena ou para edição, entre outros, Beckett, Yeats, Bernhard e Pinter. É responsável pela edição crítica em língua portuguesa do poema babilónico Gilgameš.



JOANA SEIXAS, interpretação

Formou-se na E.S.T.C., Licenciatura de Teatro (Atores e Encenadores) em 1999. Participou em vários espetáculos de Teatro entre os últimos, “2:22, uma história de fantasmas”, “Consegues ver os teus Pés” e “Filhos das Mães” os dois últimos, criações coletivas. Trabalhou com vários encenadores como, Álvaro Correia, António Feio, António Simão, Bruno Bravo, Fernanda Lapa, João Lourenço, João Mota, José Wallenstein, Martim Pedroso, Pedro Mexia, Tiago Rodrigues entre outros. Em Televisão participou em diversas séries, filmes e novelas com os 3 canais. No Cinema participou em “Duplo Exílio ou Double Exile” realização de Artur Ribeiro e em “Águas mil” realização de Ivo Ferreira, entre outros. Trabalha regularmente como locutora de publicidade, documentários e outros trabalhos de voz de Televisão e Rádio. Iniciou a formação em canto no Hot Club de Portugal.

Participa regularmente em diversas ações da área Ambiental, desde palestras, ações de limpeza ou workshops.

Fundadora (2004) da escola ecológica Casa Verdes Anos situada em Monsanto (atualmente já não integra o projeto desde 2018, que tem já outro nome). Embaixadora (desde 2009) e associada da W.W.F. Portugal. Cofundadora do blog “I Met God She’s Green” (2019). Fundadora do movimento “Todas Merecemos”, que promove a igualdade e a sustentabilidade no acesso a produtos menstruais, atualmente com o projeto “A Menarca vai à Escola” em implementação nas escolas de Lisboa, em parceria com a Associação Corações com Coroa e CML.



JOÃO CACHOLA, interpretação

Concluiu o curso de Interpretação da Escola Profissional de Teatro de Cascais (2013) e é licenciado em Teatro pela Escola Superior de Teatro e Cinema – ramo Actores (2016).

Em cinema, atuou em filmes de Fernando Vendrell, Miguel Gomes, António Mendes, Sydney Buchan, Vicente Alves do Ó, Patrícia Sequeira, Miguel Munhá, Carlos Conceição, Patrícia Neves Gomes, António da Cunha Telles, Silvana Torricella, Duarte Coimbra, Sebastião Varela, Bernardo Lopes, Sofia Santa-Rita e Pedro Ramalhete.

É membro fundador d’As Crianças Loucas, coletivo artístico sediado em Lisboa, com quem co-encenou “E todas as crianças são loucas” (2017), encenou e compôs com ZARCO a ópera-rock “Lisboawood” (2021), e escreveu “Gaspar” (2022), entre concertos, exposições, performances, videoclipes e dois albúns originais.

Em teatro, entrou em espetáculos de Carlos Avilez, Leonardo Garibaldi, Pedro Caeiro, Álvaro Correia, Tito Asorey, Maria João Vicente, Daniel Gorjão, Gonçalo Carvalho, Tiago Mateus, Carlos J. Pessoa, Lúcia Moniz, Paulo Quedas, John Romão, André Murraças, João Estima e Rita Delgado, SillySeason e Miguel Maia.

Na música, fez coros para os temas “Sorte a Minha” e “Gino (O Menino Bolha)” de Ganso, dirigiu “Cuca Vida” concerto do Conjunto Cuca Monga no Altice Arena (2020), realizou o videoclipe “Vida Dupla” de Rapaz Ego, produziu videoclipes de ZARCO, João Borsch e Soraia Tavares e entrou em videoclipes de Expresso Transatlântico e Salto.

Faz locução e dobragem para anúncios, séries e filmes e direção de atores em várias produções.



PEDRO EMAUZ, interpretação

Nasceu em 31 de Maio de 1999 em Lisboa. É licenciado em Jornalismo e Comunicação pela Universidade de Coimbra (2020), e tem o curso profissional de actores da ACT, Escola de Atores, Lisboa, (2023).

Como actor, em televisão, participou em “Papel Principal” (SIC, 2023) e “Astromano” (RTP Play, 2024).

No teatro, trabalhou com Teatro da Garagem em “Penso no Dedo" de Matilde Jalles e Mauro Hermínio (2021); com o Alenpalco fez “Tartufo” de Molière (2024) e “Auto da Barca do Inferno” de Gil Vicente (2025), ambos encenados por Simão Biernat; com o Teatro dos Aloés, “Todas As Tuas Lágrimas Não Serão Suficientes” de Petronille de Saint Rapt (2024).



SOFIA FRANCO interpretação

Sofia Franco, nasceu em Machico, na ilha da Madeira, em 1994. Tem mestrado em Medicina Veterinária (2019) e completou o curso profissional de atores na ACT (2023).

Estreou-se no Teatro São Luiz, com o espetáculo “Macbeth” de Heiner Müller, sob a encenação de Paulo Castro (2025). Trabalhou durante a sua formação com Pedro Carraca em “Birdland” de Simon Stephens (2021), Petronille de Saint-Rapt em “Ti Coragem e os seus Filhos” de Bertolt Brecht (2022), António Pires no musical “A Ópera do Malandro” de Chico Buarque (2023).

Em cinema e televisão trabalhou com Ana Rocha de Sousa no filme “Pássaro Azul” (2024) e Manuel Pureza na série “Pôr do Sol” (2022).



A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses



Teatro Sá da Bandeira

Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados



Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.

Contactos:

T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Qua, 04 Fev
21:30

Teatro Sá da Bandeira


As bilheteiras abrem dia 6 de janeiro às 10h00
Cinema/Audiovisual Devorar a Noite de Jonathan Vinel, Caroline Poggi
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Devorar a Noite
Cinema | Devorar a Noite, de Jonathan Vinel, Caroline Poggi



Qua, 4 fev às 21h30

Teatro Sá da Bandeira

Preço público geral » 5€ | sócios Cineclube » 2,5€ | bilhete jovem até 30 anos » 1€ | bilhete jovem até 30 anos sócio cineclube » entrada gratuita



Título original: Eat the Night

De: Jonathan Vinel, Caroline Poggi

Drama, Thriller, FRA, 2024, 106’, M/16



Sinopse: Apolline praticamente vive no “Darknoon”, um jogo online de realidade virtual onde cria a sua própria existência, em contraste com o Havre, a cidade onde vive. Um dia, no jogo, recebe um aviso: em breve, dentro de dois meses, no Natal, o servidor do jogo vai-se desligar para sempre. Não consegue largar o jogo. O irmão Pablo, com quem ela joga, encontra outro caminho para a vida: uma paixão pelo traficante de droga Night, que está numa guerra cerrada com um gangue rival.

Entramos na vida e relação dos irmãos Pablo e Apolline, ambos deslumbrados com o videojogo Darknoon — até à entrada em cena de Night na vida de Pablo. Realidade e realidade virtual chocam, entre sensualidade e destruição, apetite e obsessão.



A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses



Teatro Sá da Bandeira

Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados



Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.



Contactos:

T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Sáb, 07 Fev
21:30

Teatro Sá da Bandeira


As bilheteiras abrem dia 6 de janeiro às 10h00
Teatro O Amor é Fodido de João Garcia Miguel - Texto de Miguel Esteves Cardos
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O Amor é Fodido
O Amor é Fodido, de João Garcia Miguel - Texto de Miguel Esteves Cardos



Teatro

Sáb, 7 fev às 21h30

Teatro Sá da Bandeira

Classificação Etária M/18 | Duração 70 min. | Preço: 5€ (preço único)



Sinopse

O que propomos é uma obra que trate do amor com todas as peças — uma espécie de Romeu e Julieta contemporâneo em que os amantes se enganam reciprocamente suicidando-se para o amor, continuando apesar de tudo: vivos. Há uma resistência, uma vontade de se começar o que ainda não se começou. O amor dá muito trabalho e perdura até ao dia da nossa morte. Há uma vontade de rir e de nos divertirmos com a vida. Com tudo o que dói e tudo o que nos alegra. Preparem-se as ferramentas. Digam-se coisas. Fale-se incessantemente do amor. Quando chegar o momento, deixaremos de ser homens e mulheres. Seremos apenas seres fodidos. Reconheceremos o nada e tudo o que somos. Desesperados por recomeçar. Forçamos a inteligência com as habilidades do amor até que o amor se foda. A inteligência começará então a desaparecer. Mas voltaremos a insistir, afinal somos amorosos e humanos. Há momentos em que parece que quase vemos. Depois continuamos cegos. As obras literárias por um estranho fascínio que as recobrem tornam-se mitos, perduram no tempo e vão-nos falando. Em direto e em diferido. Falam com aqueles que as leem e com os outros que nada sabem delas porque apenas ouviram dizer. As obras mais atraentes e enganadoras são aquelas que se apresentam como testemunhos íntegros e insuspeitos que lhes dão um valor de certeza definitiva. Os autores, os sofredores dos factos, limitam-se a descrevê-los tal como nós os teríamos vivido. Parece que somos atirados de corpo e mente para dentro daquilo que foi feito e que agora nos é narrado. Levam-nos a acreditar que estamos ali. Somos o actor e afinal estamos vivos. Há uma completa identificação. É o caso da obra: O Amor É Fodido do Miguel Esteves Cardoso. É um livro de uma época e de um estranho personagem que por lá sobreviveu. Todos lá estivemos e por lá vivemos: no amor e no que no amor nos fode. Qual é, então, a vantagem, de o contar de novo? Ou de o vestir de novo? O autor diz-nos que há algo de sinistro numa mulher que só usa roupa uma vez. Como haverá, dizemos nós, algo de identicamente sinistro em vestir sempre a mesma roupa. É igual com o amor. Há algo de pecaminoso em vestir-nos de amor uma vez e de novamente repetir a dose. Ao entrar para dentro do círculo amoroso fica-se marcado para a vida. Quem lhe experimenta o sabor percebe que a coisa vai correr bem e surpreende-se depois: mas afinal a coisa pode correr assim tão mal? Quando o abismo chega pergunta-se: porque é que nos fodemos com o amor? Porque não resistimos. É do mal que nos faz. E já agora do bem que nos deu. Parece estar mesmo a pedir. E o que é que nos pede o amor? Pede que algo em nós se mostre: o mostrengo que se esconde e habita nas profundezas. Pede ao monstro que saia. O amor pede que essa parte de cada um de nós se mostre e em simultâneo se esconda. É por isso que o amor é fodido. Tudo o que não resistimos de mostrar através do amor tem logo de seguida necessidade de se esconder. As testemunhas, os documentos, os gestos, os traços, as cicatrizes, as lágrimas e os sorrisos obscurecem o amor, pois tudo o que fazemos são estratégias para o disfarçar e foder. Encolhemos o rabo para esconder tesão. Quem nunca? Ou interrompemos a coisa e fazemos uma pausa para falar da lista das compras. Vamos ficando cegos. E continuamos.



Ficha Técnica e Artística

Texto Miguel Esteves Cardoso | Adaptação do texto João Garcia Miguel | Direção Artística e Interpretação João Garcia Miguel | Apoio ao desenvolvimento do personagem Michael Margotta | Apoio Dramatúrgico & Assistente de direção Paulo Oliveira | Assistente de direção Artística Ademir Emboava | Figurino Rute Osório de Castro | Direção Executiva Suzana Durão | Equipa Técnica Leo Emilio | Comunicação e Digital Natacha Ventura e Miguel Hilário | Fotografia Mário Rainha Campos | Design Gráfico Miguel Santos



A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses



Teatro Sá da Bandeira

Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados



Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.



Contactos:

T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Qua, 11 Fev
21:30

Teatro Sá da Bandeira


As bilheteiras abrem dia 6 de janeiro às 10h00
Cinema/Audiovisual Sister Midnight de Karan Kandhari
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 Sister Midnight
Cinema | Sister Midnight, de Karan Kandhari



Cinema

Qua, 11 fev às 21h30

Teatro Sá da Bandeira

Preço público geral » 5€ | sócios Cineclube » 2,5€ | bilhete jovem até 30 anos » 1€ | bilhete jovem até 30 anos sócio cineclube » entrada gratuita



Título original: Sister Midnight

De: Karan Kandhari

Comédia/Fantástico, Reino Unido, 2024, 107’, M/14



Sinopse: Um casamento arranjado. Um casal excêntrico enfiado numa pequena cabana em Mumbai, com paredes de papel. Estão desajeitados e sozinhos, juntos. A imprevisível Uma faz o possível para lidar com o calor, a total falta de dotes domésticos, os vizinhos bisbilhoteiros e o seu atrapalhado marido, até que o mundo noturno de Bombaim e os seus habitantes a levam a confrontar os seus próprios comportamentos estranhos.



A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses



Teatro Sá da Bandeira

Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados



Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.



Contactos:

T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Qua, 18 Fev
21:30

Teatro Sá da Bandeira


As bilheteiras abrem dia 6 de janeiro às 10h00
Cinema/Audiovisual No romper da Luz de Rúnar Rúnarsson
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No romper da Luz
Cinema | No romper da Luz, de Rúnar Rúnarsson



Cinema

Qua, 18 fev às 21h30

Teatro Sá da Bandeira

Preço público geral » 5€ | sócios Cineclube » 2,5€ | bilhete jovem até 30 anos » 1€ | bilhete jovem até 30 anos sócio cineclube » entrada gratuita



Título original: When The Light Breaks

De: Rúnar Rúnarsson

Drama, Croácia, IRL, Países Baixos, FRA, 2025, 82’, M/14



Sinopse: Una vive em segredo uma relação com Diddi que, apesar de comprometido com Klara, também está apaixonado por ela. Quando ele decide pôr fim ao namoro, sofre um acidente fatal. Klara e os amigos partilham o luto, mas Una vê-se obrigada a enfrentar sozinha e em segredo a perda daquele grande amor.

Filme de abertura da secção Un Certain Regard no Festival de Cannes, No Romper da Luz foi realizado pelo islandês Rúnar Rúnarsson.



A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses



Teatro Sá da Bandeira

Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados



Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.



Contactos:

T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Sáb, 21 Fev
21:30

Teatro Sá da Bandeira


As bilheteiras abrem dia 6 de janeiro às 10h00
Dança Murmúrios de Pedro e Inês Solange Melo | Direção Artística
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Murmúrios de Pedro e Inês
Murmúrios de Pedro e Inês



Dança

Sáb, 21 fev às 21h30

Teatro Sá da Bandeira

Classificação Etária M/6

Duração 55 min.

Preço 5€ (preço único)



Sinopse

A história de Pedro e Inês é dançada, contada, ouvida, vista e sentida através de uma amálgama artística contemporânea, tornando este espetáculo original e apelativo para um público transversal ao público de dança. Em 2018, o coreógrafo Fernando Duarte recebe o Prémio da Dança Anna Mascolo da Mirpuri Foundation pelo bailado Murmúrios de Pedro e Inês.

Em cena, dois bailarinos — Pedro e Inês — percorrem os vários quadros desta história de amor tão conhecida. Os seus corpos dão forma a um tempo distante, mas também o transportam para o presente e, sobretudo, para um tempo íntimo, interior a cada um de nós.

Duas sonoridades sustentam esta dança a dois: a música de compositores portugueses e um texto que revela a musicalidade e a harmonia da língua portuguesa. Toda a nossa atenção recai sobre estas duas figuras centrais, ainda que outras personagens se façam sentir, insinuando presenças que atravessam e amplificam a narrativa.

Sem procurar uma transposição literal da lenda que conhecemos, o bailado propõe uma leitura onde o significante nem sempre conduz ao significado esperado. Em vez disso, abre espaço a novas camadas de sentido, convidando o público a reencontrar Pedro e Inês através de um olhar renovado e profundamente sensorial.



Ficha Técnica

Direção Artística do bailado Solange Melo, Fernando Duarte | Coreografia Fernando Duarte | Música Bernardo Sassetti e Fernando Lopes-Graça | Texto Afonso Cruz | Figurinos José António Tenente | Desenho de luz VP | Interpretação Diana Faria, Pedro Alves | Direção técnica Vítor Jose | Direção de ensaios e de Produção Solange Melo



Biografias;

Solange Melo | Direção Artística

Entre a carreira performativa, a criação coreográfica e a direção artística, Solange Melo tem um percurso multifacetado na dança em Portugal. Com mais de 20 anos de atividade, assina atualmente a Direção Artística da Dança em Diálogos – Plataforma performativa, bem como dos ciclos Bailado em Seteais e A Música também Dança. Desde 2024, coordena estes projetos a solo, após a nomeação de Fernando Duarte como Diretor da Companhia Nacional de Bailado. Soma ainda a Direção Artística da Movitetura – Mostra Coreográfica da Lezíria e, em janeiro de 2025, lançou e modera o Podcast Dança em Diálogos.

Natural de Lisboa, nasceu em 1980. Estudou na Escola de Dança do Conservatório Nacional sob orientação do Mestre Georges Garcia. Ingressou na Companhia Nacional de Bailado em 1998 onde foi promovida a Bailarina Principal em 2012. De 2005 a 2007, foi bailarina solista no Ballet Nacional da Noruega. Faz parte do seu repertório a interpretação de bailados incontornáveis do universo clássico, tais como: O Lago dos Cisnes (Odette/ Odile), Giselle (Giselle/Myrtha), A Bela Adormecida (Aurora), Romeu e Julieta (Julieta), Cinderela (Cinderela), O Quebra-Nozes (Clara/Fada do Açúcar), O Pássaro de Fogo, entre muitas outras.

É licenciada em Business Management pela Open University do Reino Unido e encontra-se atualmente na fase de Dissertação do Mestrado em Estudos e Gestão da Cultura do ISCTE.

Em 2018 fundou, em parceria com Fernando Duarte, a Dança em Diálogos – Plataforma Performativa, assumindo a co-Direção Artística da estrutura e das suas criações, apresentadas em dezenas de locais, dentro e fora do país. Paralelamente, desenvolveu um percurso no desenho de figurinos para várias obras coreografadas por Fernando Duarte, incluindo o vídeo-dança Variações sobre um tema de Chopin, Quartetos, Ballet Mécanique, O Quebra-Nozes e Sonho de uma Noite de Verão.

Criou e orientou inúmeras residências Artísticas em Contexto Escolar, defendendo a formação artística como pilar na educação. Coordenou ainda o projeto Radio(grafias) Iguais, inserido na 1ª edição do programa PARTIS & Art for Change da Fundação Calouste Gulbenkian e Fundação “La Caixa”.

Foi Professora Convidada de Técnica de Dança Clássica na Escola Superior de Dança nos anos letivos de 2022 e 2024/2025, e tem integrado júris de várias competições internacionais de dança, onde contribui com o seu olhar experiente e exigente sobre a excelência artística.



Fernando Duarte | Coreógrafo

Fernando Duarte é, desde setembro de 2024, diretor artístico da Companhia Nacional de Bailado.

Nascido em Lisboa, em 1979, formou-se na Academia de Dança Contemporânea de Setúbal, onde estudou sob orientação dos professores Maria Bessa e António Rodrigues. No último ano de curso integrou, como bailarino estagiário, a Companhia de Dança Contemporânea.

Ingressou na Companhia Nacional de Bailado em 1996, onde se tornou Bailarino Principal, interpretando papéis de destaque no repertório clássico, bem como em obras neoclássicas e contemporâneas. Entre 2005 e 2007 integrou o Ballet Nacional da Noruega como Solista, tendo as suas interpretações recebido elogios da crítica internacional. Regressou à CNB em 2007 e em 2011 foi promovido a Mestre de Bailado, cargo que desempenhou até 2017. Nesse período, a direção artística encomendou-lhe novas versões de vários clássicos: O Lago dos Cisnes (2013), Quebra-Nozes (2014), O Pássaro de Fogo (2015) e La Bayadère (2016).

A sua carreira pedagógica em técnica de Dança Clássica iniciou-se em 2008, na Academia de Dança Contemporânea de Setúbal. Entre 2018 e 2024 foi docente da Escola Artística de Dança do Conservatório Nacional, tendo sido igualmente professor convidado em diversas escolas de dança, nacionais e internacionais.

Em 2018 fundou e assumiu a co-direção artística da Dança em Diálogos. Nesse ano recebeu o Prémio da Dança Anna Mascolo da Mirpuri Foundation pelo bailado Murmúrios de Pedro e Inês. O seu percurso artístico destaca-se pela reinvenção dos grandes clássicos do final do século XIX e início do século XX e pela criação de um repertório contemporâneo ligado à memória e cultura portuguesas, exemplificado por obras como O Primo Basílio (2020) e Memorial do Convento (2022), e os Maias (2025) para a Companhia Nacional de Bailado.

Entre 2021 e 2023 foi Diretor Artístico e orientador do projeto Radio(grafias) Iguais, integrado na 1.ª edição do programa PARTIS & Art for Change da Fundação Calouste Gulbenkian e da Fundação “la Caixa”. Desde 2021, é co-curador artístico do Ciclo Bailado em Seteais e, desde 2022, do ciclo A Música Também Dança, do Centro Cultural Olga Cadaval.

Convidado para conferências sobre Arte e Dança, Fernando Duarte é doutorando em Estudos Artísticos na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e investigador no Instituto de História da Arte da mesma instituição. A sua investigação centra-se na narratividade e coreologia nos bailados narrativos contemporâneos, bem como na articulação entre teoria e prática na criação coreográfica.

Diana Faria _Bailarina Inês

Iniciou os seus estudos em dança aos 8 anos na Ent’Artes – Escola de Dança, onde cedo revelou um talento excecional que lhe abriu portas para o mundo.

Ao longo da sua formação, foi distinguida com bolsas de estudo para algumas das mais prestigiadas escolas internacionais, incluindo a École de Danse de l’Opéra de Paris, Zurich Dance Academy, Ballettschule Theater Basel, Staatliche Ballet Schule Berlin, John Cranko School, Elmhurst Ballet School, entre muitas outras.



A sua trajetória competitiva é marcada pela excelência: conquistou mais de 90 medalhas – 30 de ouro, 36 de prata e 26 de bronze – além de prémios de Melhor Bailarina e Votos de Louvor atribuídos pela Câmara Municipal de Braga.Foi selecionada para vários eventos internacionais como finais do Dance World Cup (Portugal, Roménia, Alemanha e Espanha), Youth America Grand Prix (Nova Iorque, 2017 e 2020), World All Dance, Concurso Internacional de Orlando, Salto Fest Dance Brasil, Opus Ballet (Itália), Passo de Arte (Brasil), Festival de Joinville, Charity Award Gala e Gala Internacional de La Danse da UNESCO.

No Youth America Grand Prix (YAGP), a mais prestigiada competição mundial para jovens bailarinos, integrou o top 12 de solistas nas categorias de clássico e contemporâneo. Em 2020 e novamente em 2023, foi uma das doze bailarinas selecionadas para integrar os Programas Território III e VI, projetos de criação artística que reúnem jovens intérpretes promissores de todo o país.

Em 2022, foi finalista do X Prémio Internacional Roseta Mauri e selecionada para o curso do Prix de Lausanne. No mesmo ano, alcançou um feito raro e notável ao realizar e ser aprovada no exame Solo Seal da Royal Academy of Dance (RAD) – uma prova vocacional altamente exigente, reservada a candidatos com distinção no nível Avançado 2, e que contou com apenas três portugueses em mais de quatro décadas. De 2023 a 2024, integrou a companhia de dança Intranzyt, em Famalicão, onde deu continuidade ao seu percurso artístico como intérprete, aprofundando o seu trabalho em dança contemporânea e colaborando em criações originais.



Pedro Alves _Bailarino Pedro

Em 2009 ingressou na Escola de Dança do Conservatório Nacional, que finalizou em 2017, obtendo o diploma de bailarino profissional. Também em 2017 fez parte de um projeto com a Europa Danse Company, onde trabalhou com vários coreógrafos e assistentes, com a direção artística de Laurent Drousie.

Em outubro de 2019 inicia no Projeto Quorum e como estagiário na Quorum Dance Company, onde mais tarde vem a integrar a equipa de bailarinos da companhia.

Na Quorum fez parte de vários projetos e trabalhou com vários coreógrafos, como Daniel Cardoso, Itzik Galili, Barbara Griggi e Lior Tavori.”



A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses



Teatro Sá da Bandeira

Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados



Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.



Contactos:

T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Qua, 25 Fev
21:30

Teatro Sá da Bandeira


As bilheteiras abrem dia 6 de janeiro às 10h00
Cinema/Audiovisual Verdades Difíceis de Mike Leigh
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Verdades Difíceis
Cinema | Verdades Difíceis, de Mike Leigh



Qua, 25 fev às 21h30

Teatro Sá da Bandeira

Preço público geral » 5€ | sócios Cineclube » 2,5€ | bilhete jovem até 30 anos » 1€ | bilhete jovem até 30 anos sócio cineclube » entrada gratuita



Título original: Hard Truths

De: Mike Leigh

Drama, ESP, GB, 2024, 97’, M/12



Sinopse: A vida é uma luta constante para Pansy. Atormentada por dores físicas e emocionais, a sua relação com o mundo manifesta-se através da raiva e do confronto: discute com a família, com o médico, com a rapariga da caixa do supermercado... A única pessoa que a compreende é Chantelle, a sua irmã mais nova, mãe solteira e com uma vida mais descontraída, acolhida pelo calor das filhas e das clientes do seu salão. Este filme generoso, vindo de um mestre do drama, leva-nos às profundezas dos laços familiares, do dever, e de um dos maiores mistérios da condição humana: o facto de, mesmo após vidas marcadas pela dor e pela adversidade, continuarmos a encontrar formas de amar aqueles a quem chamamos família.



A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses



Teatro Sá da Bandeira

Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados



Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.



Contactos:

T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Sex, 27 Fev
21:30

Teatro Sá da Bandeira

Serviço Educativo | 10h30 – prioridade público escolar

As bilheteiras abrem dia 6 de janeiro às 10h00
Teatro A Primeira Vez de Tiago Correia, A Turma
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A Primeira Vez
A Primeira Vez, de Tiago Correia, A Turma



Teatro

Sex, 27 fev às 21h30

Serviço Educativo

10h30 – prioridade público escolar

Teatro Sá da Bandeira

Classificação Etária M/14 | Duração 60 min. | Preço: 5€ (preço único)



Sinopse

A Primeira Vez é uma peça sobre a juventude. Um rapaz e uma rapariga refugiam-se num parque, longe dos olhares alheios, para se descobrirem pela primeira vez. Mas o que se perspetiva como um encontro íntimo, acaba por ter outros contornos. Numa situação aparentemente moldada pelo embaraço e o constrangimento, descobrimos que a sua intimidade, a sua relação, é o verdadeiro refúgio. Ambos estão diante de algo maior, que não se atrevem a enfrentar.



Ficha Técnica

Texto original e encenação Tiago Correia | Interpretação Francisca Sobrinho e Rafael Paes | Cenografia Ana Gormicho | Desenho de figurinos Sara Miro | Desenho de luz Pedro Nabais | Música original André Júlio Turquesa | Desenho de som Filipe Louro | Assistência à criação (estágio-ESTC) Gabriel Pessoa | Direção de produção Inês Arinto | Produção executiva Inês Guedes Pereira | Direção de comunicação Catarina de Dios Fonseca | Imagem Francisco Lobo | Design de comunicação (A Turma) Francisco Ribeiro | Produção A Turma | Coprodução FITEI e 23 Milhas | Parceiros de acolhimento Cendrev / Teatro Garcia de Resende, Cine-Teatro Paraíso (Tomar), Teatro Municipal da Guarda, Teatro Sá da Bandeira (Santarém), Teatro-Cine Torres Vedras , Teatro Virgínia (Torres Novas) | Parceria editorial Coleção de Teatro A Turma / Edições Húmus | Agradecimentos Comédie de Reims (França), Emilia Romagna Teatro Fondazione (Itália), KVS (Bélgica), Teatre Nacional de Catalunya (Espanha) e Teatro Nacional São João



Biografias

TIAGO CORREIA

Tomar, 1987. Licenciou-se em Teatro-Interpretação e pós-graduou-se em Dramaturgia e Argumento, na ESMAE. Estudou ainda com Anatoli Vassiliev, Alessio Nardin, Martin Crimp, Jean-Pierre Sarrazac, H. T. Lehmann, Raimondo Cortese, Sanja Mitrovic, Viktor Bódo, EwanDownie, Norman Taylor, entre outros. Trabalhou como ator em teatro com António Durães, Cristina Carvalhal, Nuno M Cardoso, Maria João Luís, Pascal Luneau, Marcos Barbosa, Manuel Tur, Luís Mestre, José Carretas, Sara Barbosa e em criações próprias. Em cinema, com Edgar Pêra, Sérgio Graciano, Francisco Lobo, Gonçalo Ribeiro, Inês Sá, Mariana Marques e Paulo Próspero. Em televisão, com Henrique Oliveira, RTP. Recebeu o Prémio de Melhor Ator no Festival Ver e Fazer Filmes da Capital Europeia da Cultura Guimarães 2012. Cofundou A Turma, em 2008, assumindo a sua direção artística desde 2018. Encenou, pel’ A Turma, História de Amor (Últimos Capítulos) de Jean-Luc Lagarce (coprod. Fitei, 2011), Do Discurso Amoroso – Fragmento 1 e Fragmento 2 a partir de Roland Barthes (Hard Club, 2012), Gasparde Peter Handke (coprod. Teatro Oficina e Capital Europeia da Cultura Guimarães 2012), A Noite Canta de Jon Fosse (coprod. Fitei e TM Porto, 2015-2016) e, da sua autoria, Pela Água (coprod. Armazém 22, 2018), Turismo (coprod. TM Porto e Cineteatro Louletano, 2020), Alma (coprod. TNSJ e Teatro Virgínia, 2020), Estrada de Terra (coprod. Fitei e São Luiz Teatro Municipal, 2021), o díptico O Salto (coprod. TNSJ, São Luiz e Theatro Circo, 2023) e Sul (coprod. TNSJ, Cineteatro Louletano, 2025) e A Primeira Vez (coprod. Fitei e 23 Milhas, 2025). Escreveu e realizou os audiodramas Dornes (2017), À Margem (2018), Iria (2018) e A Partida de Mécia (2023), que se encontram disponíveis em permanência em Dornes, V. N. de Gaia, Tomar e Ourém, respetivamente. Escreveu o argumento do filme Ela - Do Discurso Amoroso realizado por Francisco Lobo, que também protagonizou (Festival de Cinema Lusobrasileiro de Santa Maria da Feira e Cinema Trindade, 2016) e a série Capitães do Açúcar (8 episódios, Maria & Mayer e RTP, 2021). Recebeu por duas vezes o Grande Prémio de Teatro Português da SPA com Pela Água (2016) e Alma(2018), a Menção Honrosa da Inatel por Ponto de Fuga(2018), e Estrada de Terra foi selecionado pelo comité português do Eurodram (2020). Escreveu o texto A Primeira Vez, enquanto dramaturgo convidado do projeto Between Lands (22/23), desenvolvido entre o TNSJ, a Comédia de Reims, o KVS (Bruxelas), o Teatro Nacional da Catalunha e o Teatro Nacional Emilia Romagna, com respectivas traduções e leituras encenadas nestes teatros. Pela Água foi publicada pela INCM (2017) e encontra-se traduzida e publicada no México (Tramoya, 2020). Alma foi publicada pela SPA (2019). Turismo foi publicada pela Húmus (2020) e traduzida e publicada na Alemanha (Alexander Verlag Berlin, 2021) e na Turquia (Habitus Kitap, 2023). Estrada de Terra foi publicada pela Húmus (2022). As peças O Salto + Sul e A Primeira Vez + Alma foram publicadas na Coleção de Teatro A Turma / Edições Húmus (nº1 e nº2, 2025) e Fumo foi publicada na Turquia (Habitus Kitap, 2025). Foi professor de interpretação no curso de Teatro da ACE - Famalicão, entre 2012 e 2022. É músico, cantor e compositor na banda de música portuguesa Les Saint Armand.



RAFAEL PAES

Nascido na ilha Terceira, nos Açores, iniciou desde cedo o seu percurso artístico. Entre 2019 e 2022 frequentou a Escola Profissional de Teatro de Cascais.

Em 2024 ingressa na Escola Superior de Teatro e Cinema, no curso de Teatro Ramo de Actor. Em 2022 protagonizou o espetáculo Casimiro e Carolina, de Ödön von Horváth, com encenação de Carlos Avilez, para o Teatro Experimental de Cascais. No mesmo ano integrou o elenco de El Duende Flamenco, de Rodrigo de Aleixo, no Teatro Gil Vicente. Em 2023 destacou-se na longa-metragem Revolução Sem Sangue, de Rui Pedro Sousa, que co-protagoniza, e na série Morangos com Açúcar – Férias de Verão. Em 2024 e 2025 participa nas séries Vitória, de Leonel Vieira, Cara a Cara, de Fernando Vendrell e Rabo de Peixe. Recentemente integrou o elenco de A Primeira Vez, texto de Tiago Correia, apresentado no Festival FITEI e com digressão marcada por vários teatros do país.



FRANCISCA SOBRINHO

Francisca Sobrinho nasceu em Braga, em 2002.

Licenciou-se em Teatro, variante interpretação, na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, tendo iniciado o seu percurso teatral na Academia de Teatro Tin.bra, em Braga.

No seu percurso na ESMAE foi encenada por Nuno M Cardoso, Paulo Calatré, Graeme Pulleyn, Rita Reis, João Delgado Lourenço, António Durães.

Em teatro, conta com a participação nos espetáculos A Válvula, de João Delgado Lourenço; M de Maias, de Rita Burmester; Se uma gaivota viesse, de Hugo Direito Dias, com a Academia de Teatro Tin.bra, e integra, também, o díptico dos espetáculos O Salto e Sul, escritos e encenados por Tiago Correia, da Companhia A Turma.

Recentemente, estreou o espetáculo A Primeira Vez, também escrito e encenado por Tiago Correia, da Companhia A Turma.

Escreveu e encenou o seu primeiro espetáculo Vilarinho, no contexto do projeto Dramat.orgia, uma co-produção Companhia NAVIO e Filhos do T.

É co-fundadora e membro integrante da Associação Cultural Teatro de Súbito, com quem encenou e estreou Volúpia, a partir de O Amante, de Harold Pinter.

No audiovisual, protagoniza a longa-metragem A Avó e o Amor, de Raúl Veiga e integra o elenco principal de Terra Vil, escrito e realizado por Luís Campos. Participou, ainda, nas curtas-metragens Prova de Cor, de Joana Botelho; Intempérie, de Matilde Khemlik, e Teresa, de Joana Pestana.



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Teatro Sá da Bandeira

Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados



Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.



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T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Qua, 11 Mar
21:30

Teatro Sá da Bandeira


As bilheteiras abrem dia 6 de janeiro às 10h00
Cinema/Audiovisual As Estações de Maureen Fazendeiro – Warm-Up FICS
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As Estações
Cinema | As Estações, de Maureen Fazendeiro – Warm-Up FICS



Qua, 11 mar às 21h30

Teatro Sá da Bandeira

Preço público geral » 5€ | sócios Cineclube » 2,5€ | bilhete jovem até 30 anos » 1€ | bilhete jovem até 30 anos sócio cineclube » entrada gratuita



Título original: As Estações

De: Maureen Fazendeiro

Documentário, FRA, Áustria, POR/ESP, 2025, 82’, M/12



Sinopse: Combinando depoimentos de trabalhadores rurais e notas de campo de um casal de arqueólogos, imagens de arquivo amador e desenhos científicos, lendas, poemas e canções, As Estações é uma viagem pela história real e inventada de uma região de Portugal, o Alentejo, e dos povos que ali viveram. “Um filme arqueológico que escava a paisagem, as vozes e os gestos do povo alentejano para revelar os vestígios de uma história comum de guerras e revoluções, medo e resistência, permanência e metamorfose” (Maureen Fazendeiro).



>> SESSÃO DE WARM-UP DO FICS 2026



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Teatro Sá da Bandeira

Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados



Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.



Contactos:

T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Sex, 13 Mar
21:30

Teatro Sá da Bandeira


As bilheteiras abrem dia 6 de janeiro às 10h00
Dança CARMEN Barcelona Flamenco Ballet
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CARMEN
CARMEN, Barcelona Flamenco Ballet



Dança

Sex, 13 mar às 21h30

Teatro Sá da Bandeira

Classificação Etária M/6 | Duração aprox. 90 min. | Preço: 10€ (preço único)



Sinopse

O Ballet Flamenco de Barcelona apresenta uma nova e impressionante reinterpretação da ópera Carmen, de Bizet, uma produção vibrante que reinventa o mito intemporal através do poder e da paixão do flamenco. Esta versão ultrapassa as fronteiras tradicionais, trazendo a história para a realidade do século XXI, onde Carmen continua a ser um símbolo de liberdade e coragem feminina num mundo ainda desigual. A narrativa mergulha na intensa relação entre Carmen e o toureiro Escamillo, explorando o amor, o desejo e o destino trágico da protagonista. O flamenco, na sua forma mais visceral, torna-se o veículo perfeito para transmitir esta tempestade de emoções, acompanhado por uma fusão musical inovadora que combina música clássica, ópera, jazz e cante flamenco. A coreografia funde a energia da dança flamenca com a elegância do movimento contemporâneo.



Ficha Artística

Diretor David Gutiérrez | Coreografia David Gutiérrez, com a colaboração de Judith Martin, Costantino Fernández e Carlos Sánchez | Direção musical e composição musical Iban Pérez | Design de som Marcos Prieto | Desenho de iluminação Carlos Navas | Guitarras Jordi Centeno, Iban Pérez | Vozes Joel de Pepa | Bailarinos Carmen Orts, Carlos Ruiz, Andrea Amaya, Judit González | Bailarinos principais David Gutiérrez, Judith Martin



Biografia

Desde a sua fundação em 2017, a BFB consolidou-se como uma das principais companhias de dança flamenca de Espanha, ganhando reconhecimento internacional pela sua inovação e autenticidade. Tivemos a honra de levar a nossa proposta artística a 40 países, incluindo mercados importantes na Ásia, América do Norte e Europa. Ao longo de sete temporadas, mais de 500 000 espectadores testemunharam o fervor e a emoção que a nossa dança evoca, reafirmando a nossa posição como embaixadores culturais de Barcelona e da rica tradição flamenca que floresce na Catalunha.



A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses



Teatro Sá da Bandeira

Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados



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Seg, 16 Mar
10:30

Teatro Sá da Bandeira


Seg e Ter, 16 e 17 mar 10h30 – prioridade público escolar 14h00 – prioridade público escolar
Teatro Frei Luís de Sousa, Companhia Teatro Actus Serviço Educativo
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Frei Luís de Sousa, Companhia Teatro Actus
Frei Luís de Sousa, Companhia Teatro Actus

Serviço Educativo



Teatro

Seg e Ter, 16 e 17 mar

10h30 – prioridade público escolar

14h00 – prioridade público escolar

Teatro Sá da Bandeira

Classificação Etária M/12 | Duração 80 min.



Sinopse

Uma cena vazia é um espaço onde tudo pode acontecer. Em volta deste espaço há atores. Dentro dele, há personagens. Entre uns e outros, existe a impressão que é criada na mente do espetador. Tudo é visível. Em nenhum momento o ator se pode ocultar do olhar absoluto de quem vê. Não há escapatória. Como numa arena onde se digladiam os medos, as dúvidas, as tensões. Onde alguém terá de ser sacrificado. Assim o exigem os deuses. Assim o exige a Tragédia. D. Madalena de Vilhena, Manuel de Sousa Coutinho, Maria, Telmo, Romeiro … quem são estes seres que chegam até nós quase dois séculos após a sua criação? Personagens reais ou imaginárias? A pergunta QUEM ÉS TU, poderá ser dirigida a cada uma das personagens? Poderá ser dirigida ao espetador? No fim, apenas restará uma névoa de murmúrios, memórias, ecos… A peça descarnada, servida diante do espetador em toda a sua cruel e pura Verdade.



Ficha Técnica

texto de Almeida Garrett

encenação Tomé Vieira

elenco Ana Rita Santos, Cristiano Lapo, Ema Santos, Jorge Sequeira, Raquel Serafim, Romeu Ribeiro, Tomé Vieira

técnico Rodrigo Pinel



Biografia

O Teatro Actus surgiu em 2002, pela mão de profissionais com vasta experiência em teatro didático.

Aliando tradição e modernidade, propomos uma conceção inovadora das peças didáticas ancorada no texto original, especialmente pensada para formar um público jovem.

Num só ato, o Teatro Actus oferece o palco para um espetáculo repleto de vida, movimento, imaginação, e para uma aprendizagem lúdica dos textos de grandes autores portugueses. Um dos principais objetivos do Teatro Actus é levar o teatro a todas as zonas do país, de forma a descentralizar a oferta cultural.



A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses



Teatro Sá da Bandeira

Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados



Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.

Contactos:

T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Qua, 18 Mar
9:30

Convento de São Francisco


Qua, 18 mar 09h30 – prioridade público escolar 11h30 – prioridade público escolar
Teatro Uma Farsa de Inês Pereira, Companhia Teatro Actus Serviço Educativo
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Uma Farsa de Inês Pereira, Companhia Teatro Actus
Uma Farsa de Inês Pereira, Companhia Teatro Actus

Serviço Educativo



Teatro

Qua, 18 mar

09h30 – prioridade público escolar

11h30 – prioridade público escolar

Convento São Francisco

Classificação Etária M/12

Duração 75 min.



Sinopse

Inês é uma rapariga presa a uma vida que não quer, que não deseja.

Enquanto borda um pano branco e fluido, um pano que é água e é sonho, é prisão e pesadelo, é imaginação e inconsciente. Vem de cima, do alto do Tempo... Um pano que pode representar o seu sonho de ser livre, a sua imaginação romântica, ou a própria peça de teatro de que ela faz parte e onde, como personagem, talvez se possa libertar.

Como qualquer um de nós, Inês terá de fazer escolhas, mas será que fará as escolhas certas? 

Gil Vicente coloca em cena, mais uma vez, de forma tipificada, a condição humana: o galante e cobarde escudeiro; o homem rústico e simples, de bom coração; o ermitão imoral; a alcoviteira casamenteira; os judeus gananciosos... Inês, no entanto, evolui, pois a sua escolha, tal como um ponto no bordado, irá determinar a sua experiência de vida. E ela prefere um “asno que a carregue” a “um cavalo que a derrube”.



Ficha Técnica

Texto de Gil Vicente | Adaptação do texto Tomé Vieira | Encenação Tomé Vieira | Elenco Ana Rita Santos, Cristiano Lapo, Ema Santos, Jorge Sequeira, Raquel Serafim, Romeu Ribeiro, Tomé Vieira 

técnico Rodrigo Pinel



Biografia

O Teatro Actus surgiu em 2002, pela mão de profissionais com vasta experiência em teatro didático. 

Aliando tradição e modernidade, propomos uma conceção inovadora das peças didáticas ancorada no texto original, especialmente pensada para formar um público jovem. 

Num só ato, o Teatro Actus oferece o palco para um espetáculo repleto de vida, movimento, imaginação, e para uma aprendizagem lúdica dos textos de grandes autores portugueses. Um dos principais objetivos do Teatro Actus é levar o teatro a todas as zonas do país, de forma a descentralizar a oferta cultural.



A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses



Teatro Sá da Bandeira

Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados



Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.



Contactos:

T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Qua, 18 Mar
21:30

Teatro Sá da Bandeira


As bilheteiras abrem dia 6 de janeiro às 10h00
Cinema/Audiovisual Sete Invernos em Teerão de Steffi Niederzoll
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Sete Invernos em Teerão
Cinema | Sete Invernos em Teerão, de Steffi Niederzoll



Cinema

Qua, 18 mar às 21h30

Teatro Sá da Bandeira

Preço público geral » 5€ | sócios Cineclube » 2,5€ | bilhete jovem até 30 anos » 1€ | bilhete jovem até 30 anos sócio cineclube » entrada gratuita



Título original: Sieben Winter in Teheran

De: Steffi Niederzoll

Documentário, ALE, FRA, 2023, 97’, M/12



Sinopse: Teerão, 7 de julho de 2007: Reyhaneh Jabbari, 19 anos, tem uma reunião de negócios com um novo cliente. Para ela, este é apenas mais um dia comum, porém a sua vida mudará para sempre quando o novo cliente a tenta violar. Ela esfaqueia-o em legítima defesa e foge do local. Mais tarde, no mesmo dia, é presa e imediatamente acusada de assassinato. Apesar de muitas evidências apontarem para legítima defesa, em tribunal, Reyhaneh não tem qualquer hipótese de defesa. O seu agressor era um homem influente e poderoso e mesmo após a sua morte, continua a ser protegido por uma sociedade patriarcal e Reyhaneh é condenada à morte.

Graças a vídeos pessoais, secretamente gravados e fornecidos pela família de Reyhaneh, juntamente com depoimentos seus, as cartas escritas na prisão e outros arquivos, o filme retrata a sua detenção, o seu julgamento e o destino desta mulher que se tornou num símbolo de resistência no país. A sua luta pelos direitos das mulheres ecoa a luta de tantas outras e “Sete Invernos em Terrão” lança uma luz sobre como são as mulheres verdadeiramente tratadas no Irão.



A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses



Teatro Sá da Bandeira

Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados



Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.



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T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Qua, 25 Mar
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual Abril de Dea Kulumbegashvili
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Abril
Cinema | Abril, de Dea Kulumbegashvili



Cinema

Qua, 25 mar às 21h30

Teatro Sá da Bandeira

Preço público geral » 5€ | sócios Cineclube » 2,5€ | bilhete jovem até 30 anos » 1€ | bilhete jovem até 30 anos sócio cineclube » entrada gratuita



Título original: April

De: Dea Kulumbegashvili

Drama, Geórgia, FRA, ITA, 2024, 134’, M/12



Sinopse: Nina é obstetra num hospital isolado, situado numa zona rural da Geórgia. Quando um recém-nascido morre sob os seus cuidados, torna-se o centro de uma investigação que acaba por expor aquilo que ela tenta esconder a todo o custo: há anos que realiza abortos clandestinos ao domicílio, ajudando mulheres das aldeias vizinhas em situações desesperadas, mesmo consciente da violação da lei. À medida que a pressão aumenta, a sua vida profissional e pessoal começa a desmoronar, revelando os dilemas éticos e os riscos que enfrenta para proteger outras mulheres.



A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses



Teatro Sá da Bandeira

Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados



Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.



Contactos:

T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Sex, 27 Mar
21:30

Teatro Sá da Bandeira


As bilheteiras abrem dia 6 de janeiro às 10h00
Teatro Menina Júlia Encenação e dramaturgia de João de Brito
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Menina Júlia
DIA MUNDIAL DO TEATRO Menina Júlia, Encenação e dramaturgia de João de Brito De August Strindberg Teatro Sex, 27 mar às 21h30 Teatro Sá da Bandeira Classificação Etária M/12 Duração 85 min. Preço: 5€ (preço único) Sinopse Júlia é uma jovem de uma família rica que, por detrás de uma inocência aparente, esconde um lado provocador, frágil e despojado. A ação desenrola-se na cozinha de uma das casas de seu pai, o Senhor S., também conhecido como o dono disto. Numa noite de festa de comemoração da entrada do verão, Júlia seduz e é seduzida por João, um homem elegante e ambicioso, criado do Senhor S. e noivo de Cristina, a cozinheira da casa. Cristina assiste ao rápido desenrolar desta relação, sempre com o olhar resignado de quem sabe pertencer a uma classe menos favorecida. Desejo, sedução, luxúria, ódio, atração e repulsa, conflitos de poder, o choque violento das classes sociais e dos sexos povoam aquela que será uma noite trágica. Ficha Artística e Técnica De August Strindberg | Adaptação e encenação João de Brito Elenco Helena Caldeira; João Jesus; Rita Brütt | Cenografia Henrique Ralheta | Sonoplastia Noiserv | Figurinos José António Tenente | Desenho de luz Luís Bombico | Assistente de encenação Ana Baptista | Gestão de projetos Tiago da Câmara Pereira | Apoio à gestão Lara Maia | Produção executiva Giulia Dal Piaz e Rita Rosado | Comunicação Joana Botelho Enes | Coprodução Teatro da Trindade INATEL e LAMA Teatro | Apoio institucional Município de Faro | Apoio República Portuguesa – Cultura | DGARTES – Direção- Geral das Artes | Outros apoios Hipnose - Produções Artísticas Biografias JOÃO DE BRITO Encenação e dramaturgia Nasceu em Faro. Licenciado em Teatro – Formação de Actores, pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Mestrado em Práticas Culturais para Municípios pela FCSH (Univ. Nova de Lisboa). No LAMA Teatro encenou os espetáculos: Batalha (coprodução Teatro Nacional D.Maria II e Teatro das Figuras); As Leis Fundamentais da Estupidez Humana (coprodução Teatro da Trindade); O Valor das Pequenas Coisas (coprodução Lu.Ca - Teatro Luís de Camões); Puzzle (coprodução Teatro das Figuras); Uma Casa de Bonecas (coprodução Teatro da Trindade); À Babuja (inserido no 365 Algarve); Roubei um livro na cabine de leitura e hoje vou ler; Insuflável (coprodução Teatro Nacional D.Maria II e Teatro Virgínia); Elastic (coprodução Cine-Teatro Louletano e 365 Algarve); Seattle; Leôncio & Lena (Rede Azul); Manuel In; Actrizes; Barafunda e Comida. Encenou também outras estruturas: Migrantes, de Mátei Visniec (KCena – Teatro Viriato); Bastien e Bastienne, uma ópera de Mozart (Artis XXI); Amor Doméstico (A Fera Teatro); Cataplay (Tertúlia Algarvia, inserido no 365 Algarve). Cocriador dos seguintes espetáculos no LAMA Teatro: Frigorifico (coprodução Município de Faro e Teatro das Figuras) Romeu e Romeu (coprodução Teatro das Figuras Cine-Teatro Louletano e Teatro de Vila Real, Fit (IN) (coprodução São Luiz Teatro Municipal e Teatro das Figuras), Carripana (coprodução São Luiz Teatro Municipal e Teatro das Figuras), NOVO_Título Provisório (coprodução Culturgest), Ainda Assim, A história que não queria ser livro (coprodução Culturgest), Habitamus, T.3, JBWB -900, És-passos e Brilharetes (coprodução Artistas Unidos, LAMA Teatro e Molloy). Em Teatro, foi dirigido por: Carlos Avilez, Francisco Campos, Catarina Requeijo, Rui Mendes, Rui Catalão, João Galante e Ana Borralho, Tiago Gandra, Madalena Victorino, Marta Silva, Marta Coutinho, Filomena Oliveira, Miguel Loureiro, André Guedes, Bruno Bravo, Rui Neto, Gonçalo Amorim, Giacomo Scalisi, Miguel Fragata, Inês Barahona, Carlos Marques, João Brites, Nuno M. Cardoso, Jorge Silva, José Peixoto, Jorge Silva Melo, Marco Medeiros, Marta Lapa, Tiago Cadete, Marco Paiva, Maria Camões, Yola Pinto, Paulo Lage, Cristina Carvalhal, Ávila Costa, Luís Zagalo, tendo colaborado com as estruturas: Artistas Unidos, Colectivo 84, Casa Branca, Formiga Atómica, Lavrar o Mar, Palco 13, Primeiros Sintomas, Projecto Ruínas, Rumo do Fumo, Teatro oBando, Teatro dos Alóes, Teatro da Sibila, Teatro Experimental de Cascais e Teatro Experimental do Porto. Trabalha regularmente em cinema, televisão, publicidade e locuções. Colaborou com o Serviço Educativo da Culturgest entre 2010 e 2016. Cofundador e Director Artístico do LAMA Teatro. AUGUST STRINDBERG, Texto August Strindberg (1849-1912) dramaturgo e romancista, igualmente pintor e fotógrafo, é um dos pais do teatro moderno. Na vanguarda do teatro do seu tempo, inspirou inúmeros autores contemporâneos, entre eles figuras tão díspares e relevantes como Kafka, Adamov, Cocteu e em particular o cineasta, também sueco, Ingmar Bergman. Jean-Pierre Sarrazac, autor do mais recente ensaio sobre o autor Strindberg, o Impessoal (L’Arche, 2018) afirma, em síntese, sobre a obra que «as narrativas autobiográficas são antecâmaras dos dramas. Sobre as linhas de fuga da narrativa autobiográfica, o que é de natureza pessoal tende a ser impessoal. Longe de uma leitura psicologista da escrita teatral, este entrelaçar entre teatro e autobiografia, inscreve o íntimo no coração de uma criação em que a existência vem modelar e vivificar a escrita.» Dele disse Nietzsche referindo a conhecida obra Inferno: «Fui surpreendido pela descoberta desta obra que exprime de forma grandiosa a minha própria concepção do amor: nos processos a guerra, na essência, o ódio mortal dos sexos.» Com a devida distância uma citação também aplicável ao livro A Dança da Morte. HELENA CALDEIRA Nascida em Évora onde iniciou a sua formação. Licenciou-se em Teatro/Atores pela ESTC em 2018 e estagiou no Teatro Nacional D. Maria II. No mesmo ano funda a Associação Cultural Bestiário onde desenvolve a sua carreira enquanto atriz e criadora. Cria em 2025 o seu primeiro projeto a solo, CANTADEIRAS, com posterior lançamento de álbum fruto das músicas deste espetáculo. Em Teatro e performance trabalhou com Elmano Sancho, Alex Cassal, Ricardo Neves-Neves, Maria João Luis, Marta Dias, Tiago Rodrigues e Álvaro Correia, André Uerba, João Borallho e Ana Galante. Estreia-se no audiovisual com a sua participação na série 1986 de Nuno Markl, tendo posteriormente integrado várias produções. É coprotagonista na série Rabo de Peixe, da NETFLIX que consolida o seu reconhecimento e pela qual foi nomeada como Melhor Atriz nos Globos de Ouro. JOÃO JESUS João Jesus formou-se na escola profissional de teatro de Cascais, de 2006 a 2009, e de seguida ingressou numa formação de actores na ETIC. Estreou-se em teatro no ano 2008 com a peça “João Bosco- um rebelde sonhador”, encenação de Carlos Avilez e desde então trabalhou com João Mota, Marco Medeiros, Renato Godinho, John Romão, Marcos Caruso, Hélder Gamboa, Ricardo Neves-Neves, Álvaro Correia, Michel Simeão, Gonçalo Carvalho, entre outros. O seu primeiro projecto de ficção foi a série “Depois do Adeus” na RTP1, realização de Patrícia Sequeira e Sérgio Graciano. Em cinema, estreou-se em “Os gatos não têm vertigens”, realização de António-Pedro Vasconcelos, participou em “O som que desce na terra” e a “Generala” de Sérgio Graciano, “Gelo”, de Gonçalo Galvão Teles e Luís Galvão Teles, entrou em “Pôr do Sol- O mistério do colar de São cajó” de Manuel Pureza, na série “Praxx” de Patricia Sequeira, entre outros filmes, séries, novelas e dobragens. Neste momento integra o elenco da novela “A Fazenda”, na Tvi. RITA BRÜTT Rita Brütt estudou no IFICT, na Act, na Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa, foi aluna da École des Maîtres em 2012. É aluna do mestrado em Artes Cénicas da FCSH. Trabalhou em teatro, em Portugal, com Tiago Rodrigues, Nuno M Cardoso, Jorge Silva Melo, Pedro Penim, Luís Moreira, António Pires entre outros, com Rafael Spregelburd em Itália. Em televisão, estreou-se em Conta-me Como Foi e depois trabalhou para a RTP e TVI. No cinema, trabalhou com Paolo Marinou Blanco, João Constâncio, Paulo Filipe Monteiro e Catarina Ruivo (estreia em 2025). Fez a sua primeira criação com Keli Freitas, Katrin Kaasa e Vanda Cerejo em 2019. Em 2022, estreou-se numa ópera de Luís Soldado, Beatriz, no Festival de Música Erudita do Espírito Santo, no Brasil. Em 2023 foi Alice, em Trilogia de Alice de Tom Murphy, encenação de Nuno Carinhas na Escola da Noite, em Coimbra. Em 2024 co-criou com Ricardo Vaz Trindade (e muitos outros) Dueto Duelo, onde se discute a cantar, com uma banda jazz em cena e chega em 2025 a Lisboa. A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses Teatro Sá da Bandeira Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00 Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC. Contactos: T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Sáb, 28 Mar
11:00

Teatro Sá da Bandeira


As bilheteiras abrem dia 6 de janeiro às 10h00
Teatro Cabe Mais Um? Teatro Nacional D. Maria II - Boca Aberta
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Cabe Mais Um?
DIA MUNDIAL DO TEATRO

Cabe Mais Um?, encenação Catarina Requeijo, texto Inês Fonseca Santos e Maria João Cruz

Teatro Nacional D. Maria II - Boca Aberta



Teatro

Sáb, 28 mar às 11h00

Teatro Sá da Bandeira

Classificação Etária M/3 | Duração aprox. 30 min.

Preço: 5€ (preço único)

Descontos Gratuito para crianças quando acompanhadas por adulto



Sinopse

Dois gatos vivem numa casa há muito tempo. Espreguiçam-se e penteiam os bigodes sempre que lhes dá na gana. Só uma coisa os impede de serem gatos à vontade: o cão que, entretanto, passou a viver com eles. Tem hábitos tão diferentes, não se consegue aguentar. O cão tenta adaptar-se e nem se importa de fazer vida de gato. Mas parece que, naquela casa, não cabe mais ninguém. Ou será que cabe mais um?



Ficha Técnica

Encenação Catarina Requeijo | Texto Inês Fonseca Santos e Maria João Cruz | Interpretação Beatriz Jacinto, Mafalda Cardoso Pereira, Mariana Fonseca | Produção / mediação Lara Gésero | Figurinos Aldina Jesus | Cenografia Carla Martínez | Sonoplastia Sérgio Delgado | Assistentes de encenação Luís Godinho, Manuela Pedroso | Produção Teatro Nacional D. Maria II



Sobre o Boca Aberta

O Boca Aberta é um projeto pensado para proporcionar novas experiências criativas a crianças a partir dos 3 anos, promover o pensamento e capacitar os profissionais da educação e da cultura que trabalham com estas faixas etárias. Ao longo de quase 10 anos, apresentou espetáculos no D. Maria II e em espaços escolares de Lisboa, despertando a curiosidade e imaginação dos mais pequenos.

Desde o seu início que o Boca Aberta promove o acesso equitativo à sua programação, disponibilizando recursos de acessibilidade e garantindo que todas as sessões são sessões descontraídas, isto é, decorrem num ambiente adaptado, acolhedor e flexível.

A partir de 2023, em parceria com o Plano Nacional das Artes, expandiu-se a outras geografias. No ano seguinte, iniciou um ciclo de três anos e alargou o âmbito da sua atividade, em estreita colaboração com os municípios de Lagos, Ourém e Ponte de Lima, aprofundando o diálogo e o trabalho entre estruturas nacionais e locais, nas áreas da criação artística e da mediação.

Este ano, as comunidades artísticas locais foram convocadas a participar na criação de dois novos espetáculos, a apresentar nos concelhos parceiros do projeto. Decorrem também as “Conversas de Boca Aberta” e uma oficina para profissionais da educação, que reforçam a ligação do projeto à comunidade escolar.

Ao longo destes três anos, o Boca Aberta assume-se como um interveniente de capacitação, num processo gradual que permitirá, por um lado, que as novas estruturas artísticas se autonomizem e assumam o controlo do projeto a nível regional, e, por outro, a partilha de recursos, conhecimento e a construção de redes de criação artística para a infância.



Boca Aberta é uma iniciativa do Teatro Nacional D. Maria II e da Fundação "la Caixa", em colaboração com o BPI, e em parceria com o Plano Nacional das Artes e os Municípios de Lagos, Ourém e Ponte de Lima.



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Teatro Sá da Bandeira

Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados



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