Construção do início do século XX, este edifício tornou-se, à época, numa das principais referências culturais da cidade. A marca do romantismo tardio manifesta-se na decoração neo-barroca, adaptada às inovações estilísticas das primeiras salas de cinema do país, anteriores à art deco. O hibridismo da fachada, característico da arquitetura romântica, apresenta uma profusão de elementos decorativos de varias origens formais, utilizados desde os finais do século XIX e as primeiras décadas do século XX.

Rua João Afonso nº 7, 2000-074 Santarém
243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
3ª a sexta das 10h00 às 12h00 e das 14h00 às 16h00 | Encerra sábado, domingo, segunda e feriados

Nota: Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes.

INFORMAÇÕES, BILHETEIRA, BILHETEIRA ONLINE E RESERVAS
Informação e reservas através do teatrosabandeira@cm-santarem.pt e pelo telefone 243 309 460.
O horário da bilheteira é de 3ª a sexta das 10h00 às 12h00 e das 14h00 às 16h00 | Encerra sábado, domingo, segunda e feriados. Em dias de espetáculos ou eventos, abre 1 hora antes do espetáculo ou evento, encerrando meia hora após o início. Nos 30 minutos que antecedem os espetáculos apenas se vendem bilhetes para os mesmos.
Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten, CTT e FNAC.

Descontos
Os descontos aplicam-se apenas aos espetáculos cuja programação é da responsabilidade do Santarém Cultura, nos seguintes casos:
20% de desconto

  • Menores de 30
  • Maiores de 65
  • Grupos de 10 ou mais pessoas
  • Famílias (3 ou mais elementos: com adulto/s + criança/s até aos 12 anos)

  • Os alunos e professores de Conservatórios, Academias, Escolas de Artes e Ensino Superior, têm desconto direto de 40% na compra do ingresso.

    Os bilhetes com desconto são pessoais e intransmissíveis, obrigando à apresentação do respetivo documento comprovativo à entrada do espetáculo. Os descontos não são acumuláveis e os espetáculos sujeitos a descontos estão devidamente assinalados. As entradas gratuitas são limitadas à lotação do espaço, mediante levantamento prévio de bilhete.

    Nota: Nas sessões escolares aplica-se isenção para alunos com escalões mediante comprovativo por parte da escola.
    Escalão A - Gratuito
    Escalão B – 50%

    Condições de Acesso
    A acessibilidade está assegurada, bem como a assistência a pessoas com mobilidade reduzida, no Teatro Sá da Bandeira. Nos restantes equipamentos, devem ser consultados previamente, consoante a tipologia de evento.

    Regras de Reserva
    Os bilhetes reservados devem ser levantados até 5 dias após a reserva ou até pelo menos 48h antes da hora de início do espetáculo. Após estes períodos serão automaticamente disponibilizados ao público. Não há lista de espera.

    Regras de Devolução
    O programa pode sofrer alterações por motivos imprevistos. Se por motivo de força maior a data de espetáculo for alterada, os bilhetes adquiridos serão válidos para a nova data definitiva. Serão restituídas aos espectadores que o exigirem, as importâncias dos respetivos ingressos sempre que não se puder efetuar o espetáculo no local, na data e hora marcados, assim como em caso de cancelamento do espetáculo.
    Os portadores dos ingressos do espetáculo em causa devem apresentar-se na bilheteira, num prazo de 8 dias, a fim de deixarem os dados pessoais (NIB e NIF) para a restituição do respetivo valor dos ingressos. O mesmo se aplica em casos de interrupção do espetáculo, nos mesmos prazos e com as mesmas condições.
    A devolução das respetivas importâncias será feita no prazo máximo de 30 dias.

    Regras das Salas O programa pode sofrer alterações por motivos imprevistos.
    O espetáculo começa impreterivelmente à hora marcada.
    Após o início do espetáculo não é permitida a entrada na sala, salvo a indicação dos assistentes de sala, e não havendo lugar ao reembolso do preço pago pelo bilhete.
    É expressamente proibido fumar, consumir alimentos ou bebidas no interior do auditório e em outros espaços de espetáculo.
    Os espectadores devem desligar à entrada todos os aparelhos que produzam som, incluindo telemóveis.
    Não é permitida a entrada com objetos volumosos para dentro das áreas de espetáculo ou apresentações.
    O bilhete deverá ser conservado até ao final do espetáculo.
    É proibida a recolha e gravação de imagem ou som, exceto se previamente autorizadas pela direção.
    Exceto se indicado na ficha do espetáculo, por imposição legal, de acordo com Decreto-Lei nº 23/2014 de 14 de Fevereiro, não é permitida a entrada a menores de 3 anos nas salas de espetáculos.

    O Teatro Sá da Bandeira tem como missão ser um espaço de diálogo que conjuga património, memória e contemporaneidade com diferentes áreas de conhecimento, diversas dimensões socio económicas exibindo expressões artísticas diversificadas, potenciando a produção de conhecimento e de valor. Não só pela valência do património da cidade, mas também pelo seu serviço educativo e de mediação, pretende aproximar territórios, descobrir novos imaginários e utopias, impulsionar o encontro de diferentes comunidades, conjugar culturas: educação, economia, conhecimento, ciência, tecnologia e a inovação ao serviço do desenvolvimento da cidade e região.

    Os objetivos do Teatro Sá da Bandeira passam pelo seu posicionamento com o espaço de produção e apresentação regular de espetáculos e exibições de criação artística, pelo seu projeto educativo e de medição de públicos, o apoio a jovens artistas emergentes e grupos/associações culturais, assim como co-produções e apoio à criação, articulando a sua programação como sistema cultural do território, promovendo uma relação de complementar idade como agentes da cidade, criando sinergias de programação para a comunidade do território.

    O projeto educativo, mediação de públicos e envolvimento da comunidade tem ainda como objetivos sensibilizar e formar públicos, desenvolvendo o seu sentido crítico, estético e criativo, promovendo o encontro entre as artes e os diversos públicos e comunidades, propondo contextos participativos na atualidade artística. Trazer propostas diferenciadoras, de grande qualidade artística, que marquem a vida das pessoas que as vêm ver. Sempre acompanhadas de um acolhimento especial e uma reflexão com os grupos de participantes (formadores, professores, alunos, utentes). Promovendo um olhar critico sobre as obras artísticas, promovendo uma fidelização, uma relação de confiança. Chamar pessoas a participar, ver, ouvir. Saber ouvi-las no fim. Compreendê-las. Criar laços de confiança entre a comunidade e os equipamentos culturais. Criar estratégias paralelas à programação, que permitam que os conteúdos de qualquer proposta programática cheguem a um maior número de pessoas. Saber mais sobre cada artista, sobre cada obra. Potenciar a criatividade. Promover o contacto, ligação intergeracional entre pares.


    Caso pretenda, poderá efetuar o download do Rider Técnico do Teatro Sá da Bandeira, em documento no formato .pdf.

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    PRÓXIMOS EVENTOS
    Qui, 23 Abr
    10:30

    Teatro Sá da Bandeira

    prioridade público escolar

    Teatro Uma Ideia de Justiça, Teatro do Bolhão Serviço Educativo
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    Uma Ideia de Justiça, Teatro do Bolhão
    Uma Ideia de Justiça, Teatro do Bolhão

    Serviço Educativo

    Teatro | Qui, 23 abr | 10h30 – prioridade público escolar

    Teatro Sá da Bandeira | Classificação Etária M/6 | Duração aprox. 45 min. | Preço 5€ (preço único) | Descontos Gratuito para crianças quando acompanhadas por adulto

    Sinopse: O que é a justiça? E a injustiça? Uma Ideia de Justiça, de Joana Providência, com texto de Isabel Minhós Martins, é um espetáculo que traz estas perguntas literalmente para cima da mesa, uma mesa onde se tenta construir uma noção de justiça. À sua volta, há cadeiras especiais para sentar toda a gente: os que têm pernas compridas, os que não conseguem estar quietos, os que vêm sempre e os que não costumam ser convidados. Sobre ela, vários adereços: por exemplo, uma travessa cheia de fruta. Quem tem mais fome? Quem ainda não comeu? Quem tem direito a esta fruta? Levantam-se interrogações parecidas quando são direitos, deveres ou liberdades o que está em cima da mesa. Ao abordar questões como a diversidade, a escolha, a igualdade e a liberdade, o espetáculo quer ser uma ferramenta de construção de justiça. E responder à interpelação de Sophia de Mello Breyner: “Aquele que vê o espantoso esplendor do mundo é logicamente levado a ver o espantoso sofrimento do mundo.”



    Ficha Técnica

    Direção Artística Joana Providência | Texto Isabel Minhós Martins | Interpretação e Cocriação Joana Mont’ Alverne, Joana Petiz, Rina Marques | Cenografia Cristóvão Neto | Figurinos Cátia Barros | Música Ana Bento e Bruno Pinto / Gira Sol Azul | Desenho de Luz Tiago Silva | Fotografia Pedro Figueiredo | Apoio a Elocução Maria do Céu Ribeiro | Apoio a Movimento Daniela Cruz | Formação em Língua Gestual Portuguesa Cristina Ferreira | Direção de Produção Glória Cheio | Coprodução Teatro do Bolhão, Teatro Nacional São João, Teatro Aveirense e A Oficina



    Biografia

    Joana Providência Nasceu em Braga, em 1965. Iniciou os seus estudos em dança com Fernanda Canossa. Em 1989 terminou o curso da Escola Superior de Dança do IPL. Integra desde 1995 a Academia Contemporânea do Espetáculo na qualidade de docente responsável pelo departamento de movimento do curso de Interpretação. Integra a companhia de teatro promovida por aquela entidade, a ACE/Teatro do Bolhão, sendo membro da sua direção artística. No seu trabalho coreográfico, Joana Providência tem desenvolvido uma linguagem pessoal de composição, onde privilegia a relação intérprete/coreógrafo. A matriz do seu processo criativo baseia-se num diálogo construído a partir da apresentação de uma série de propostas para as quais os intérpretes desenvolvem respostas. O uso da palavra (o texto é um dos pontos de partida), a utilização de espaços arquitetónicos (como elementos do processo criativo), a escolha de atores (justificada pela sua capacidade de integrarem palavra com movimento) são elementos estruturantes do seu trabalho. Como coreógrafa tem desenvolvido diversos projetos dos quais destaca, “Rumor” a partir da obra de Christian Boltanski, Coprodução Teatro do Bolhão/ Teatro Nacional São João/ Festival DDD; “Território” a partir da obra de Alberto Carneiro, coprodução Teatro do Bolhão/Culturgest, nomeado para os Prémios SPA, na categoria de Dança _ melhor coreografia ; “ Ladrões de Almas” coprodução Teatro do Bolhão/ Culturgest; “mão na boca” coprodução Teatro do Bolhão/ Fundação de Serralves, a partir da obra de Paula Rego, programa paralelo à Exposição Retrospectiva; “Mecanismos” , espetáculo que lhe valeu o Sete de Ouro – Prémio Revelação. Participou em diversos festivais como: Mostra de Dança Portuguesa ACARTE, New Moves, Glasgow (Escócia), Festival de Otoño /Madrid, Spring Dance (Holanda) e Klapstuck (Bélgica), Tanzplattform (Frankfurt), Festival DDD (Porto), Chantiers d’Europe Théâtre de la Ville (Paris).



    Joana Mont’ Alverne 1993. Vila Praia de Âncora. Frequentou o curso profissional de Interpretação na ACE Escola de Artes (2013-2016), a licenciatura de Cenografia na ESMAE - Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo (2011-2013) e a Escola Artística Soares dos Reis (2008-2011). Integrou o Teatro Universitário do Porto em 2012, onde colaborou em várias áreas de criação e de produção. Foi presidente da direcção entre 2016 e 2018. Desde 2017 trabalha como intérprete em alguns projetos do Serviço Educativo do Teatro do Bolhão. Entre 2018 e 2019, como co-criadora e intérprete, apresentou: CERNE, uma performance-instalação, em parceria com Hugo Bonjour (Bienal de Cerveira 2018 e Curtas de Dança - Festival DDD 2019); manifesta., co-criação com Emanuel Santos, Mafalda Banquart, Tiago Araújo e Tiago Jácome (apresentação final do RECURSO 2019– curso de teoria e criação teatral, um projeto da Estrutura em parceria com a mala voadora e o José Maria Vieira Mendes); EXPOSIÇÃO PROVISÓRIA, uma performance-exposição, em co-criação com Hugo Bonjour (bolsa de criação atribuída no âmbito da VAGA - Mostra de Artes e Ideias 2019, da ACE Teatro do Bolhão. Foi também apresentada no Teatro da Garagem, no TRY BETTER FAIL BETTER 2019). Em 2019 criou DESFILE PROVISÓRIO, espetáculo resultante da bolsa de criação dirigida aos alunos do RECURSO, apresentado na mala voadora. Fez apoio à criação no espetáculo ÍMPAR, de Mafalda Banquart e Tiago Jácome, no âmbito do Young Emerging Performers, apresentado na Rua das Gaivotas 6. Em 2020 criou MONO, um filme produzido pelo Teatro Universitário do Porto, projeto final do Curso de Iniciação à Interpretação, apresentado no Cinema Passos Manuel. Fez colaboração dramatúrgica de IMPARidades, um espetáculo de Mafalda Banquart e Tiago Jácome, uma produção da Estrutura, apresentado em 2021 no Armazém 22. Em 2021 foi intérprete e co-criadora de amor.demónio, um espetáculo de Raquel S., integrado no FITEI - Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica.



    Joana Petiz Atriz e criadora formada na ACE e na ESTC. Trabalhou com Michael de Oliveira, Nuno M. Cardoso, João Cardoso, Joana Providência, Bestiário e Diana de Sousa. Destaca Jean Paul Bucchieri, Luca Aprea, Miguel Moreira, Vera Mantero e Natsuko Kono como seus mentores. Escreveu, com Patrícia Deus, a peça Estéril. Ganhou a bolsa do Laboratório de Pesquisa Linha de Fuga, com o seu projeto a solo Waste. Apresentou Feeling Blue, no Porto, criação coletiva contemplada pela bolsa LOBBY da Mala Voadora. Interessa-se pela pesquisa enquanto mote de criação. O seu trabalho gira em torno da dúvida e da sua descodificação, através da sobreposição de símbolos. O seu instinto é bruto, contudo é bem-educada, daí advém a sua delicadeza.

    Rina Marques Catarina “Rina” Marques, 27 anos, bailarina freelancer. Natural de Santa Maria da Feira, reside atualmente em Lisboa. O seu percurso na dança teve início no desporto escolar e, mais tarde, na Academia All About Dance (Santa Maria da Feira), onde teve aulas de hip hop, jazz e dança contemporânea. Ingressa a companhia semi-profissional da mesma academia em 2013 sob a direção artística de Vitor Fontes, onde interpreta “URBAM” e “TUKI”. Conclui a sua licenciatura em 2017 pela Escola Superior de Dança (Lisboa, Portugal) e pelo Conservatório Superior de Dansa de l’Institut del Teatre (Barcelona, Espanha). É em 2017 que apresenta o seu primeiro solo, “Clarabóia” (Festival TuDanzas, Barcelona) e cria o dueto “Querencia” com Catarina Campos). Em 2018 conclui o FAICC (Formação Avançada em Interpretação e Composição Coreográfica) e cria “HANNO”, juntamente com Rui Paixão. Em 2019 inicia a sua colaboração com a artista visual Sara Ferreira, de onde nasce “Nova Refutação do Tempo” um solo que junta dança e fotografia. Paralelamente ao trabalho de criação, colabora como intérprete com outros artistas/coreógrafos, tais como a Companhia RADAR 360, Mathilde Monnier, Oskar&Gaspar, First Breath After Coma, Joan Jonas, Teatro do Mar, Útero, Purga, Sofia Dias & Vítor Roriz, entre outros. É fundadora do projeto DESCARGA Jams, que visa a organização e jam sessions e o encontro entre várias práticas artísticas.



    A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses



    Teatro Sá da Bandeira

    Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

    Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

    Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados

    Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.

    Contactos:

    T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
    Qua, 29 Abr
    10:30

    Teatro Sá da Bandeira

    prioridade público escolar

    Dança Para lá do Mar de Sophia – Quorum Ballet Serviço Educativo
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    Para lá do Mar de Sophia – Quorum Ballet
    Para lá do Mar de Sophia – Quorum Ballet

    Serviço Educativo



    Dança | Qua, 29 abr | 10h30 – prioridade público escolar | Teatro Sá da Bandeira | Classificação Etária M/6 | Duração 50 min.



    Sinopse

    Oriana ou o Rapaz de Bronze?

    Um Cavaleiro ou o Mar?

    Quatro histórias nascidas da memória e escritas a tinta de liberdade.

    Em comum, uma letra apenas: S de Sophia. S de Saudade.

    Uma viagem pelas memórias de Sophia de Mello Breyner Andresen, onde as palavras ganham vida, numa coreografia de magia e simplicidade.

    Catarina Claro/ Inês Godinho



    Ficha Artística

    Direção Artística Daniel Cardoso | Coreografia Inês Godinho | Conceito Inês Godinho/ Catarina Claro | Textos Inês Godinho/ Catarina Claro | Narração Catarina Claro | Bailarinos a definir | Figurinos Inês Godinho | Conceção de Figurinos Helena Pereira | Sonoplastia Inês Godinho | Ilustração Ester Gonçalves | Música Louis Armstrong; Jelly Roll Morton & His Red Hot Peppers; Alexandre Desplat; Danny Elfman; Michael Giacchino; Max Ritcher; Rupert Gregson-Williams; Justin Hurwitz; Christophe Beck | Cenografia Maria Monte | Desenho de Luz Inês Godinho/ Rui Daniel | Produção Raquel Vieira de Almeida | Direção Financeira Ana Cristina Bernardino



    Biografia

    A Quorum Dance Company (Ex Quorum Ballet) é uma companhia de dança contemporânea de repertório fundada em 2005 pelo seu director artístico, coreógrafo residente e bailarino Daniel Cardoso. Em Outubro de 2007, em parceria com a associação sem fins lucrativos AQK - Associação Quorum Cultural e a Câmara Municipal de Amadora, abriu a Quorum Academy com aulas abertas a crianças, jovens e adultos, de onde derivou em 2011 a Companhia de dança pré-profissional Projecto Quorum.

    A Quorum Dance Company tem apresentado inúmeras peças da autoria de Daniel Cardoso e de muitos coreógrafos convidados. No total, foram criadas mais de 70 produções, nas quais se incluem trabalhos coreográficos para a infância e jovens.

    O rigor e profissionalismo da Companhia tem originado uma frequente renovação de convites por parte dos teatros e instituições nacionais e internacionais com as quais tem trabalhado, nomeadamente Albânia, Dinamarca, Estados Unidos, Polónia, Singapura, Macau, China, Chipre, Sérvia, Equador, Holanda, Tailândia, Argélia, Espanha, Alemanha, Suíça, Roménia, Finlândia, Escócia, Letónia, Croácia e Coreia do Sul.

    O reconhecimento internacional tem vindo a consolidar-se através de críticas extremamente positivas, onde se destaca mais uma vez a qualidade artística e coreográfica da Companhia.



    A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses



    Teatro Sá da Bandeira

    Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

    Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

    Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados



    Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.



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    Qua, 29 Abr
    21:30

    Teatro Sá da Bandeira


    Cinema/Audiovisual Fantasia Lusitana de João Canijo
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    Fantasia Lusitana
    Fantasia Lusitana, de João Canijo

    Cinema | Qua, 29 abr | 21h30 | Teatro Sá da Bandeira | Preço público geral » 5€ | sócios Cineclube » 2,5€ | bilhete jovem até 30 anos » 1€ | bilhete jovem até 30 anos sócio cineclube » entrada gratuita



    Título original: FANTASIA LUSITANA

    De: João Canijo

    Documentário, POR, 2010, 66´, M/12



    Sinopse:

    A propaganda imaginada e imaginária do salazarismo, durante a II Grande Guerra, pregava a proeza de uma neutralidade devida ao génio de Salazar. Segundo essa propaganda, que proclamava a ausência da guerra no meio da guerra, mesmo com o fluxo de refugiados que chegava a Lisboa, Portugal era um paraíso de paz e tranquilidade, um «oásis de paz» totalmente alheio a uma guerra que só dizia respeito aos outros. A sensação que a propaganda transmitia era a de uma guerra que só afetava os portugueses na medida das dificuldades de sobrevivência. A propaganda, elevada a extremos nas crónicas do Jornal Português, ajudou a criar uma espécie de inconsciência protetora que seria cómica se não fosse trágica.



    A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses



    Teatro Sá da Bandeira

    Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

    Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

    Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados



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    Seg, 04 maio
    18:00
    a Sex, 08 maio 2026
    21:00

    Teatro Sá da Bandeira


    Artes Performativas Boba da Corte
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    Boba da Corte
    Boba da Corte



    Seg a Qui, 4 a 7 Mai., 18h00 às 20h30 I WORKSHOP DE CORPO E DANÇA COM GAYA DE MEDEIROS I Teatro Sá da Bandeira I M16 // Inscrição Gratuita



    Boba da Corte será mais que um espetáculo. Resultará numa criação original de Gaya de Medeiros, uma coprodução Artemrede com o Teatro Sá da Bandeira, Santarém, e com os municípios de Abrantes, Alcanena, Almada, Barreiro, Lisboa, Palmela e Sesimbra. Ao longo de um ano, de maio de 2026 a maio de 2027, serão realizados diversos workshops e ações de mediação com a comunidade e artistas locais com vista ao desenvolvimento deste projeto.

    De todos os interessados que queiram participar neste Workshop, dos artistas locais que participarem, um será selecionado para, ao longo de um ano, ter uma mentoria artística com GAYA DE MEDEIROS com vista à criação de um objeto performativo de curta duração a ser apresentado antes das sessões de BOBA DA CORTE no Teatro Sá da Bandeira, em Santarém, em maio de 2027.



    Sex, 8 Mai., 18h00 às 21h00 I PÃO PÃO QUEIJO QUEIJO - OFICINA DE COZINHA BRASILEIRA | Teatro Sá da Bandeira | Para Todos os interessados | Entrada Gratuita

    GAYA DE MEDEIROS e o TSB convidam a comunidade a cozinhar, ouvir boa música, comer juntos e conversar sobre o humano e o divino. A oficina de comida brasileira é um convite ao encontro, à partilha de receitas e a passar tempo juntos na mesa.



    Sinopse

    Boba da Corte é um projeto que nasce do desejo de olhar para uma geração de filhos e filhas que nasceram de pais pobres, mas que ascenderam socialmente chegando à classe média, e que se deram ao luxo de sonhar.

    A narrativa é simples: Uma pessoa dá uma festa de aniversário com seus novos amigos da elite mas é confrontada com a mensagem de uma amiga que se perdeu a caminho da festa e acidentalmente foi parar na rua onde a aniversariante nasceu:

    Uma rua de um bairro social.

    Além disso, ela comemora efusivamente seus 35 anos de idade, pois superou a expectativa de vida das pessoas trans no seu país de origem. Entretanto, ela é confrontada com a idade com que sua mãe morreu, aos 36 anos de vida.

    “Ou eu morro esse ano, ou eu vou viver para sempre!”

    São essas ansiedades que conduzirão uma narrativa frenética e apaixonada: a das diferenças de classe e da dúvida permanente sobre pertencimento. Com humor afiado, entrega total e olhar impiedoso de uma bêbada (sobre ela mesma e sobre os outros), A Boba da Corte é tentativa de cura e dedo na ferida, é autoficção e retrato sociológico de uma classe média delirante.

    “É muito self-hate, mas também é imenso amor.”



    Biografia

    Gaya de Medeiros (artista criadora)

    Gaya de Medeiros é bailarina, atriz e encenadora, com trabalhos nacionais e internacionais em dança, teatro e cinema. Protagonizou a curta-metragem Um Caroço de Abacate, shortlist nos Oscars 2023, e criou cinco espetáculos (Atlas da Boca, BAqUE, Pai para Jantar, Cafezinho, Corre, bebé!), apresentados em mais de 28 cidades e 15 países. Fundou a BRABA, para promover ações protagonizadas por pessoas trans e não binárias. A sua pesquisa foca-se na expansão de narrativas autobiográficas e na tensão entre corpo, palavra e público.



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    Teatro Sá da Bandeira

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    Qua, 06 maio
    21:35

    Teatro Sá da Bandeira


    Cinema/Audiovisual O Barqueiro de Simão Cayatte
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    O Barqueiro
    O Barqueiro, de Simão Cayatte

    Cinema | Qua, 6 mai | 21h30 | Teatro Sá da Bandeira

    Preço público geral » 5€ | sócios Cineclube » 2,5€ | bilhete jovem até 30 anos » 1€ | bilhete jovem até 30 anos sócio cineclube » entrada gratuita



    Título original: O BARQUEIRO

    De: Simão Cayatte

    Drama, POR, 2025, 106´, M/16



    Sinopse: Joaquim sai em liberdade condicional antes do fim da pena de dezasseis anos mas não conta à família. Aceita trabalhar como barqueiro clandestino no Tejo transportando apanhadores de amêijoa ilegais de forma a cumprir a promessa que fez à filha de lhe oferecer um piano.



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    Teatro Sá da Bandeira

    Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

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    Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados

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    Qua, 13 maio
    21:30

    Teatro Sá da Bandeira

    As bilheteiras abrem dia 13 de março às 10h00

    Cinema/Audiovisual Living the Land – O Vento é Imparável de Huo Meng
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    Living the Land – O Vento é Imparável
    Living the Land – O Vento é Imparável, de Huo Meng

    Cinema | Qua, 13 mai | 21h30 | Teatro Sá da Bandeira

    Preço público geral » 5€ | sócios Cineclube » 2,5€ | bilhete jovem até 30 anos » 1€ | bilhete jovem até 30 anos sócio cineclube » entrada gratuita



    Título original: LIVING THE LAND

    De: Huo Meng

    Drama, China, 2025, 131´, M/12

    Sinopse: Em 1991, enquanto a China atravessa profundas transformações socioeconómicas que levam muitos a abandonar o mundo rural em busca de trabalho nas cidades, Chuang, de 10 anos, terceiro filho, tem de permanecer na aldeia devido aos planos da sua família. Sobre o pano de fundo da modernização, uma família encontra-se dividida entre o peso da tradição e a força do progresso, numa saga íntima, mas vasta, que atravessa quatro gerações, acompanhando os ciclos da vida através da mudança das estações. Distinguido com o Urso de Prata para melhor realização no Festival de Berlim de 2025, este drama acompanha Chuang, um menino de dez anos que, durante a década de 1990, fica a viver numa pequena aldeia chinesa com os avós, enquanto os pais e os irmãos mais velhos deixam o campo em busca de melhores condições de vida na cidade.

    Ao longo das estações de um ano — entre o trabalho agrícola, relações familiares, festividades e tradições locais —, o espectador observa, através do olhar do rapaz, as profundas transformações sociais num país em mudança.



    A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses



    Teatro Sá da Bandeira

    Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

    Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

    Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados

    Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.



    Contactos:

    T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
    Sex, 15 maio
    21:30

    Teatro Sá da Bandeira

    As bilheteiras abrem dia 13 de março às 10h00

    Dança Gate 57 Quorum Ballet
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    Gate 57
    Gate 57 – Quorum Ballet, Coreografia e conceito de Daniel Cardoso

    Dança | Sex, 15 mai | 21h30 | Teatro Sá da Bandeira | Classificação Etária M/6 | Duração 60 min. | Preço: 5€ (preço único)



    Sinopse: "Gate 57" é uma viagem. Uma viagem a um tempo em que podíamos flutuar entre memórias de tardes ensolaradas e conversas intermináveis, onde o presente se torna eterno. É uma jornada a uma era em que a calma e a conexão humana prevaleciam, longe da pressa do mundo moderno.

    "Gate 57" é um portal que nos convida a desacelerar, a sentir, a redescobrir a beleza do agora, transcendendo espaço e tempo. A leveza do ser contrasta com o peso da velocidade contemporânea, criando uma nostalgia descomplicada, onde a música ecoa como um murmúrio de um passado sereno.

    Talvez a verdadeira viagem seja aquela que fazemos para nos reconectar com a essência do que significa estar vivo. Um convite a parar, a abraçar cada momento num espaço onde a tecnologia é apenas uma sombra distante.

    O que perdemos na nossa busca incessante por progresso? Em "Gate 57", somos desafiados a refletir sobre o valor das pequenas coisas, redescobrindo a tranquilidade que nos permite ser verdadeiramente humanos.



    Ficha Artística

    Direção artística, conceito e coreografia Daniel Cardoso | Música Gene Vincent, The Mills Brothers, Chuck Berry, Ray Charles, entre outros | Bailarinos Beatriz Graterol, Inês Godinho e Margarida Carvalho | Criação de Figurinos Maria Monte | Desenho de luz Daniel Cardoso | Equipa técnica a definir | Produção Raquel Vieira de Almeida | Gestão e direção financeira Ana Cristina Bernardino



    Biografia

    A Quorum Dance Company (Ex Quorum Ballet) é uma companhia de dança contemporânea de repertório fundada em 2005 pelo seu director artístico, coreógrafo residente e bailarino Daniel Cardoso. Em Outubro de 2007, em parceria com a associação sem fins lucrativos AQK - Associação Quorum Cultural e a Câmara Municipal de Amadora, abriu a Quorum Academy com aulas abertas a crianças, jovens e adultos, de onde derivou em 2011 a Companhia de dança pré-profissional Projecto Quorum.

    A Quorum Dance Company tem apresentado inúmeras peças da autoria de Daniel Cardoso e de muitos coreógrafos convidados. No total, foram criadas mais de 70 produções, nas quais se incluem trabalhos coreográficos para a infância e jovens.

    O rigor e profissionalismo da Companhia tem originado uma frequente renovação de convites por parte dos teatros e instituições nacionais e internacionais com as quais tem trabalhado, nomeadamente Albânia, Dinamarca, Estados Unidos, Polónia, Singapura, Macau, China, Chipre, Sérvia, Equador, Holanda, Tailândia, Argélia, Espanha, Alemanha, Suíça, Roménia, Finlândia, Escócia, Letónia, Croácia e Coreia do Sul. O reconhecimento internacional tem vindo a consolidar-se através de críticas extremamente positivas, onde se destaca mais uma vez a qualidade artística e coreográfica da Companhia.



    A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses



    Teatro Sá da Bandeira

    Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

    Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

    Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados

    Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.



    Contactos:

    T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
    Qua, 20 maio
    21:30

    Teatro Sá da Bandeira

    As bilheteiras abrem dia 13 de março às 10h00

    Cinema/Audiovisual DJ Ahmet de Georgi M. Unkovski
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    DJ Ahmet
    DJ Ahmet, de Georgi M. Unkovski

    Cinema | Qua, 20 mai | 21h30 | Teatro Sá da Bandeira

    Preço público geral » 5€ | sócios Cineclube » 2,5€ | bilhete jovem até 30 anos » 1€ | bilhete jovem até 30 anos sócio cineclube » entrada gratuita



    Título original: DJ AHMET

    De: Georgi M. Unkovski

    Comédia/Musical, Macedónia do Norte, 2025, 99´, M/12



    Sinopse: Como muitos rapazes de 15 anos, Ahmet sonha com algo mais. A viver numa aldeia remota da Macedónia do Norte, cabe-lhe a tarefa de guardar o rebanho da família, enquanto o pai procura tratamento para o irmão mais novo, Naim, de cinco anos, que não fala desde a morte da mãe. Ahmet encontra refúgio na música e pede ajuda ao irmão para deslumbrar Aya, a rapariga por quem se apaixonou, já prometida a outro. DJ Ahmet retrata o choque entre a tradição e a modernidade, numa ode ao poder da música.



    A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses



    Teatro Sá da Bandeira

    Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

    Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

    Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados

    Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.



    Contactos:

    T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
    Sex, 22 maio
    21:30

    Teatro Sá da Bandeira


    Música emmy Curl Coro do Conservatório de Música de Santarém
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    emmy Curl
    emmy Curl + Coro do Conservatório de Música de Santarém

    Música | Sex, 22 mai | 21h30 | Teatro Sá da Bandeira | Classificação Etária M/6 | Duração 60 min. | Preço 5€ (preço único)



    Sinopse: emmy Curl, nascida e criada nas altas montanhas de Vila Real, traz à vida as antigas melodias do folclore transmontano e celta que durante muito tempo permaneceram esquecidos. A artista dedica-se a valorizar e a respeitar o património cultural português, incorporando o lado moderno e o seu estilo de interpretação nas complexas camadas rítmicas e harmónicas destas tradições.

    "Pastoral", vencedor do Prémio José Afonso 2025, é mais do que um álbum, é uma homenagem à herança cultural do folclore português, uma celebração de coragem e amor em tempos difíceis. Um convite aos ouvintes e amantes de música a perderem-se e a deixarem-se envolver pela atmosfera Pastoral, que ecoará como as vozes das montanhas que a rodeiam. A tour de apresentação de “Pastoral” passa pelo Teatro Sá da Bandeira no dia 22 de maio.



    Ficha Técnica

    Voz, guitarra, programações e videoarte emmy Curl | Baixo Razy | Bateria Pedro Antunes | Técnico de som Andreas Sidenius | Técnica de luz Ângela Bismark | Fotografia Andreas Sidenius | Agenciamento Mosto



    Biografias

    Catarina Miranda nascida em Vila Real de Trás-os-Montes, em 1990, é uma cantora, artista visual, produtora e compositora. Atua sob o nome artístico emmy Curl e foi uma das primeiras mulheres produtoras de música em Portugal, tendo começado o seu trabalho artístico apenas com 15 anos, usando o Myspace para mostrar os seus primeiros trabalhos. Desde aí, tem lançado vários álbuns e EPs durante a carreira que conta agora com dezoito anos.

    Lançou o seu primeiro álbum em 2007 e, atualmente, fazem parte da sua discografia - Ether (LP, 2007); Birds Among the Lines (EP, 2020); Origins (EP, 2021); Cherry Luna (LP, 2013); Navia (LP, 2025); O Porto (LP, 2019); HomeWorks 15-19 (EP, 2020); 15 Years (LP, 2022) e Pastoral (LP, 2024).

    “Pastoral”, o mais recente álbum editado em 2024 pela Cuca Monga, e que integrou várias listas dos melhores discos do ano, é uma homenagem à herança cultural do folclore português, uma celebração de coragem e amor em tempos difíceis. Um convite aos amantes de música a perderem-se e a deixarem-se envolver pela atmosfera Pastoral, que ecoará como as vozes das montanhas que a rodeiam. Este disco venceu o Prémio José Afonso em 2025, um prémio que visa homenagear o cantautor que lhe dá nome e é atribuído anualmente, distinguindo álbuns musicais que tenham como referência a Cultura, História, Língua e Música Popular Portuguesa e que já foi atribuído a artistas como Fausto, Sérgio Godinho, Jorge Palma, A Garota Não, entre outros. «A escolha deste álbum, deveu-se, antes de mais, à originalidade do universo musical e esté:co de emmy Curl. Os talentos mul:facetados da ar:sta permitem ao álbum premiado uma coerência esté:ca que se estende da música, textos e interpretação, ao grafismo e a outros detalhes da produção. Foi essa qualidade, originalidade e refinamento de todos os elementos do álbum que levou o júri a votar, por unanimidade, em ‘Pastoral’.» (CM Amadora, 2025) emmy Curl também ganhou destaque ao participar no Festival da Canção, em 2018, com a música "Para Sorrir Eu Não Preciso de Nada". Essa canção, escrita por Camila Ferraro e composta por Júlio Resende, conquistou o 2° lugar no concurso e foi a mais votada pelo júri. Em 2025 participou também com a sua própria composição “Rapsódia de paz” interpretada pela própria - uma canção que segue a mesma linha do álbum Pastoral de 2024 e que chegou à final do Festival.

    A artista dedica-se a valorizar e a respeitar o património cultural português, incorporando o lado moderno e o seu estilo de interpretação nas complexas camadas rítmicas e harmônicas destas tradições.

    O trabalho da emmy Curl é representante e intérprete do movimento Solar Punk, uma corrente de pensamento e estética que imagina um futuro sustentável e positivo onde a tecnologia e a natureza coexistem de forma harmoniosa.

    Além da música, que a acompanha desde sempre, o trabalho visual é também uma das suas expressões artísticas. emmy desenvolve criações visuais tanto para o seu próprio projeto como para outros artistas. Os seus trabalhos podem ser vistos em imagens, que ilustram a sua obra, e nas projeções dos seus espetáculos, conteúdos que derivam de criações em 3D inspiradas no seu imaginário com uma forte conexão com a natureza. A cenografia em palco e a roupa são também da sua autoria e demonstram as suas diferentes valências artísticas, tornando-a numa artista multidisciplinar capaz de criar uma experiência completa e imersiva para o público.

    emmy Curl é ferocidade e quietude, é singularidade e criação. Há uma infinidade de possibilidades dentro de cada música, cada palavra, cada nota. Ao público é feito um convite para percorrer paisagens sonoras e visuais inexploradas, onde a cada momento há uma nova descoberta.



    A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses



    Teatro Sá da Bandeira

    Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

    Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

    Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados

    Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.



    Contactos:

    T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
    Qua, 03 Jun
    21:30

    Teatro Sá da Bandeira


    Cinema/Audiovisual Pai Nosso – Os últimos dias de Salazar de José Filipe Costa
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    Pai Nosso – Os últimos dias de Salazar
    Pai Nosso – Os últimos dias de Salazar, de José Filipe Costa



    Cinema | Qua, 3 jun | 21h30 | Teatro Sá da Bandeira

    Preço público geral » 5€ | sócios Cineclube » 2,5€ | bilhete jovem até 30 anos » 1€ | bilhete jovem até 30 anos sócio cineclube » entrada gratuita

    Título original: PAI NOSSO - OS ÚLTIMOS DIAS DE SALAZAR

    De: José Filipe Costa

    Ficção, Portugal, 2025, 112´, M/12



    Sinopse: Portugal, 1968. Salazar, o ditador fascista que no mundo mais tempo esteve no poder, cai de uma cadeira e sofre um AVC. Quando volta ao palacete de São Bento para convalescer, já não é Presidente do Conselho. Mas ninguém lhe conta a verdade: nem a fiel governanta Maria de Jesus, nem as criadas Aparecida, Socorro e Teresinha, nem o seu médico pessoal. Durante dois anos ele vive uma ilusão minuciosamente construída para acreditar que ainda é Presidente, até morrer em 1970. Uma das farsas mais absurdas da História, que muita gente ainda hoje ignora.



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    Teatro Sá da Bandeira

    Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

    Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

    Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados

    Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.



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    T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt