Ter, 29 Set
9:30
Teatro Sá da Bandeira
Classificação Etária: M/3
Duração: 50 minutos
Preço: 5.00 €
Preço Único / Descontos Gratuito para crianças quando acompanhadas por adulto
09h30 – prioridade público escolar 11h00 – prioridade público escolar
9:30
Teatro Sá da Bandeira
Classificação Etária: M/3
Duração: 50 minutos
Preço: 5.00 €
Preço Único / Descontos Gratuito para crianças quando acompanhadas por adulto
09h30 – prioridade público escolar 11h00 – prioridade público escolar
Teatro
Tocas, de António-Pedro e Caroline Bergeron
Projeto EDUCATIVO
Tocas, de António-Pedro e Caroline Bergeron
Projeto EDUCATIVO
Teatro | Ter, 29 set | Teatro Sá da Bandeira | Classificação Etária M/3 | Duração 50 min.
Preço: 5€ (preço único)
Descontos Gratuito para crianças quando acompanhadas por adulto
09h30 – prioridade público escolar
11h00 – prioridade público escolar
Sinopse: Escuta: eu toco, tu tocas, nós tocamos. Mas tem de haver tocas para todos, uma toca para cada um existir nela. Não ter medo, cantar, dormir, comer, amar. Onde está a minha tocaaaaaaaa?
Dois músicos-performers estão no meio do público, abolindo o dentro-fora, o palco-plateia.
Toda a gente a partilhar a mesma toca, protegendo-se e cuidando uns dos outros. Lá fora pode chover ou fazer frio, mas aqui estamos quentinhos e a fazer por estar bem. Temos direito, não é?
TOCAS é um espetáculo sem palavras que fala da nossa necessidade de uma casa e de afeto. Partimos do som e estamos também a falar daquilo que queremos para as nossas vidas: muitos toques dentro da toca.
Ficha Técnica e Artística
Direcção artística António-Pedro e Caroline Bergeron | Música, cocriação e interpretação António-Pedro e Alban Hall | Encenação Caroline Bergeron | Cenografia Sara Franqueira | Desenho de Luz Melânia Ramos | Orientação vocal Manon Marques | Direção de produção João Moreira | Comunicação Julia Medina | Difusão Linda Campos | Fotografia © Pedro Aires | Residências CRL - Central Elétrica e OSSO Colectivo | Agradecimentos Andrea de Paula, Graça Passos e Moz Carrapa | Coprodução CCB/Fábrica das Artes
Biografias
Bio Companhia Caótica
Fundada em 2009 pela encenadora-autora Caroline Bergeron e pelo músico-cineasta António-Pedro, a Caótica é uma companhia multidisciplinar que cruza teatro, música, cinema, marionetas e artes visuais na criação de espetáculos, oficinas, filmes e experiências artísticas para público jovem, famílias e adultos.
Com uma reconhecida trajetória nacional e internacional, a Companhia foi distinguida com o prémio de Melhor Espetáculo MOMIX 2014 por “Sopa Nuvem” e tem apresentado as suas criações em importantes salas, festivais e estruturas dedicadas à infância e juventude. Suas criações já circularam pela Europa, China e Brasil, com passagens por contextos de referência como o Spectacles en Recommandé da Ligue de l’Enseignement Française, o Festival Segni d’Infanzia (Itália), o Petit Théâtre de Lausanne (Suíça), o Théâtre de la Ville (Paris) e o Théâtre Am Stram Gram (Genebra).
A par da criação artística, desenvolve projetos de reflexão sobre a criação, programação e circulação de espetáculos para o público jovem, destacando-se o Festival AMOSTRA e as “Conversas Emergentes”, em colaboração com o Plano Nacional das Artes, que deu origem ao filme Arte Pedras Liberdade e ao livro Pedras de Parar e da Urgência.
Bio Caroline Bergeron
De origem canadiana e formada em Belas-Artes, contabiliza 30 anos de percurso nas artes performativas enquanto criadora pluridisciplinar de espetáculos dirigidos ao público jovem. Cofundadora da Companhia Caótica, interessa-lhe perturbar as fronteiras entre realidade e ficção, palco e plateia, infância e adultez, encontrando também prazer na invenção de civilizações. Privilegia processos criativos que fazem emergir a dramaturgia num contínuo diálogo entre o espaço, os corpos, a luz, o som, os objetos e o texto, sem estabelecer hierarquias entre estes elementos.
Foi codiretora artística do Tof Théâtre (Bélgica) durante dez anos, onde foi coautora e atriz em Camping Sauvage, Cabane e Patraque, espetáculos distinguidos com os prémios Prix du Ministre des Arts et des Lettres de la Communauté Française de Belgique, Prix Pierre Thonon, Prix de la Ville de Huy e Grand Prix du Jury du Festival International de la Marionnette de Cannes. Encenou a ópera A Bruxa Cati, da sua autoria, uma produção da Companhia de Ópera do Castelo. Foi ainda coautora de Criatura e Petit Bazar Érotik, coproduzidos pelas Halles de Schaerbeek (Bruxelas) e pelas Halles de la Villette (Paris), espetáculo distinguido com o prémio Aplaudiment FAD Sebastià Gasch 2002.
Na Companhia Caótica é criadora ou cocriadora de Na Barriga, King Pai, Sopa Nuvem, A Grande Invasão, Crevescer, 5 Fábulas para não Adormecer, Lau Papalagui, Tocas e Tuavii. Paralelamente, foi parceira criativa de vários artistas portugueses e estrangeiros, entre os quais Fernando Mota (MAPAS – Histórias de Mundos Distantes), Joana e Beatriz Bagulho (Lisboa em Voo de Peixe) e Jenna Thiam e Salvador Sobral (Estradas).
É também idealizadora e formadora do projeto comunitário Mulheres Andantes e diretora da AMOSTRA – Festival das Artes Performativas para o Público Jovem, encontro anual criado para promover o reconhecimento e a valorização da criação artística para a infância e juventude, reunindo artistas, programadores e outros agentes culturais em torno de espetáculos e momentos de reflexão.
Bio António-Pedro
Músico, cineasta e artista multidisciplinar.
É codiretor artístico da Caótica, onde cruza música, cinema e artes performativas.
Como músico e compositor, assinou cerca de 50 bandas-sonoras para cinema, teatro e dança, colaborando com criadores como Ivo M. Ferreira, Leonor Noivo, Margarida Leitão, Filipa Francisco, Vera Mantero, Ainhoa Vidal, Cie Sac à Dos (Be), Turak (Fr) ou Teatro Meridional.
Tocou e gravou com João Afonso, Jon Luz, Clara Andermatt, João Lucas, João Paulo Esteves da Silva, Pedro Gonçalves, Sérgio Pelágio, Fernando Mota, Ricardo Jacinto, Moz Carrapa e Eduardo Raon, entre outros.
Com Margarida Mestre, criou Poemas para Bocas Pequenas, áudio-livro editado pela BOCA e incluído no catálogo internacional White Ravens 2016. Em 2025 publica o duplo-vinil “A Viagem”, banda-sonora para a peça de Filipa Francisco.
Apresenta-se regularmente em Portugal e levou a sua música e projetos a França, Espanha, Itália, Bélgica, Suíça, Alemanha, Brasil, Sérvia, Irlanda, País de Gales, Macau, Angola e Moçambique.
Enquanto criador multidisciplinar, assina obras como Sopa Nuvem (Prémio Melhor Espetáculo MOMIX 2014), Crevescer, My Macau e 4 OLHOS (encomenda da Fundação Calouste Gulbenkian).
Como realizador, é autor de O Homem da Bicicleta – Diário de Macau, Carta Branca e Nzila Ngola, entre outros filmes, videoclipes e instalações, com presença e distinções em museus e festivais nacionais e internacionais. Em junho de 2025, estreou nos cinemas a sua primeira longa-metragem, Mississipis.
É licenciado em Sociologia, estudou Teatro e Cinema na Universidade Nova de Lisboa e Música no Hot Clube de Portugal e na Drummers Collective, em Nova Iorque.
A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses
Teatro Sá da Bandeira
Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00
Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes
Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados
Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.
Contactos:
T. 243 309 460 | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
Projeto EDUCATIVO
Teatro | Ter, 29 set | Teatro Sá da Bandeira | Classificação Etária M/3 | Duração 50 min.
Preço: 5€ (preço único)
Descontos Gratuito para crianças quando acompanhadas por adulto
09h30 – prioridade público escolar
11h00 – prioridade público escolar
Sinopse: Escuta: eu toco, tu tocas, nós tocamos. Mas tem de haver tocas para todos, uma toca para cada um existir nela. Não ter medo, cantar, dormir, comer, amar. Onde está a minha tocaaaaaaaa?
Dois músicos-performers estão no meio do público, abolindo o dentro-fora, o palco-plateia.
Toda a gente a partilhar a mesma toca, protegendo-se e cuidando uns dos outros. Lá fora pode chover ou fazer frio, mas aqui estamos quentinhos e a fazer por estar bem. Temos direito, não é?
TOCAS é um espetáculo sem palavras que fala da nossa necessidade de uma casa e de afeto. Partimos do som e estamos também a falar daquilo que queremos para as nossas vidas: muitos toques dentro da toca.
Ficha Técnica e Artística
Direcção artística António-Pedro e Caroline Bergeron | Música, cocriação e interpretação António-Pedro e Alban Hall | Encenação Caroline Bergeron | Cenografia Sara Franqueira | Desenho de Luz Melânia Ramos | Orientação vocal Manon Marques | Direção de produção João Moreira | Comunicação Julia Medina | Difusão Linda Campos | Fotografia © Pedro Aires | Residências CRL - Central Elétrica e OSSO Colectivo | Agradecimentos Andrea de Paula, Graça Passos e Moz Carrapa | Coprodução CCB/Fábrica das Artes
Biografias
Bio Companhia Caótica
Fundada em 2009 pela encenadora-autora Caroline Bergeron e pelo músico-cineasta António-Pedro, a Caótica é uma companhia multidisciplinar que cruza teatro, música, cinema, marionetas e artes visuais na criação de espetáculos, oficinas, filmes e experiências artísticas para público jovem, famílias e adultos.
Com uma reconhecida trajetória nacional e internacional, a Companhia foi distinguida com o prémio de Melhor Espetáculo MOMIX 2014 por “Sopa Nuvem” e tem apresentado as suas criações em importantes salas, festivais e estruturas dedicadas à infância e juventude. Suas criações já circularam pela Europa, China e Brasil, com passagens por contextos de referência como o Spectacles en Recommandé da Ligue de l’Enseignement Française, o Festival Segni d’Infanzia (Itália), o Petit Théâtre de Lausanne (Suíça), o Théâtre de la Ville (Paris) e o Théâtre Am Stram Gram (Genebra).
A par da criação artística, desenvolve projetos de reflexão sobre a criação, programação e circulação de espetáculos para o público jovem, destacando-se o Festival AMOSTRA e as “Conversas Emergentes”, em colaboração com o Plano Nacional das Artes, que deu origem ao filme Arte Pedras Liberdade e ao livro Pedras de Parar e da Urgência.
Bio Caroline Bergeron
De origem canadiana e formada em Belas-Artes, contabiliza 30 anos de percurso nas artes performativas enquanto criadora pluridisciplinar de espetáculos dirigidos ao público jovem. Cofundadora da Companhia Caótica, interessa-lhe perturbar as fronteiras entre realidade e ficção, palco e plateia, infância e adultez, encontrando também prazer na invenção de civilizações. Privilegia processos criativos que fazem emergir a dramaturgia num contínuo diálogo entre o espaço, os corpos, a luz, o som, os objetos e o texto, sem estabelecer hierarquias entre estes elementos.
Foi codiretora artística do Tof Théâtre (Bélgica) durante dez anos, onde foi coautora e atriz em Camping Sauvage, Cabane e Patraque, espetáculos distinguidos com os prémios Prix du Ministre des Arts et des Lettres de la Communauté Française de Belgique, Prix Pierre Thonon, Prix de la Ville de Huy e Grand Prix du Jury du Festival International de la Marionnette de Cannes. Encenou a ópera A Bruxa Cati, da sua autoria, uma produção da Companhia de Ópera do Castelo. Foi ainda coautora de Criatura e Petit Bazar Érotik, coproduzidos pelas Halles de Schaerbeek (Bruxelas) e pelas Halles de la Villette (Paris), espetáculo distinguido com o prémio Aplaudiment FAD Sebastià Gasch 2002.
Na Companhia Caótica é criadora ou cocriadora de Na Barriga, King Pai, Sopa Nuvem, A Grande Invasão, Crevescer, 5 Fábulas para não Adormecer, Lau Papalagui, Tocas e Tuavii. Paralelamente, foi parceira criativa de vários artistas portugueses e estrangeiros, entre os quais Fernando Mota (MAPAS – Histórias de Mundos Distantes), Joana e Beatriz Bagulho (Lisboa em Voo de Peixe) e Jenna Thiam e Salvador Sobral (Estradas).
É também idealizadora e formadora do projeto comunitário Mulheres Andantes e diretora da AMOSTRA – Festival das Artes Performativas para o Público Jovem, encontro anual criado para promover o reconhecimento e a valorização da criação artística para a infância e juventude, reunindo artistas, programadores e outros agentes culturais em torno de espetáculos e momentos de reflexão.
Bio António-Pedro
Músico, cineasta e artista multidisciplinar.
É codiretor artístico da Caótica, onde cruza música, cinema e artes performativas.
Como músico e compositor, assinou cerca de 50 bandas-sonoras para cinema, teatro e dança, colaborando com criadores como Ivo M. Ferreira, Leonor Noivo, Margarida Leitão, Filipa Francisco, Vera Mantero, Ainhoa Vidal, Cie Sac à Dos (Be), Turak (Fr) ou Teatro Meridional.
Tocou e gravou com João Afonso, Jon Luz, Clara Andermatt, João Lucas, João Paulo Esteves da Silva, Pedro Gonçalves, Sérgio Pelágio, Fernando Mota, Ricardo Jacinto, Moz Carrapa e Eduardo Raon, entre outros.
Com Margarida Mestre, criou Poemas para Bocas Pequenas, áudio-livro editado pela BOCA e incluído no catálogo internacional White Ravens 2016. Em 2025 publica o duplo-vinil “A Viagem”, banda-sonora para a peça de Filipa Francisco.
Apresenta-se regularmente em Portugal e levou a sua música e projetos a França, Espanha, Itália, Bélgica, Suíça, Alemanha, Brasil, Sérvia, Irlanda, País de Gales, Macau, Angola e Moçambique.
Enquanto criador multidisciplinar, assina obras como Sopa Nuvem (Prémio Melhor Espetáculo MOMIX 2014), Crevescer, My Macau e 4 OLHOS (encomenda da Fundação Calouste Gulbenkian).
Como realizador, é autor de O Homem da Bicicleta – Diário de Macau, Carta Branca e Nzila Ngola, entre outros filmes, videoclipes e instalações, com presença e distinções em museus e festivais nacionais e internacionais. Em junho de 2025, estreou nos cinemas a sua primeira longa-metragem, Mississipis.
É licenciado em Sociologia, estudou Teatro e Cinema na Universidade Nova de Lisboa e Música no Hot Clube de Portugal e na Drummers Collective, em Nova Iorque.
A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses
Teatro Sá da Bandeira
Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00
Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes
Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados
Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.
Contactos:
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