Sex, 15 Nov
10:00

Teatro Sá da Bandeira

Classificação Etária: M/3
Público Alvo: Escolas
Duração: 30 minutos
Gratuito



Teatro Sá da Bandeira
Teatro

É pró menino e prá menina | 15/11

Conceção e realização: Catarina Requeijo e Vera Alvelo
As meninas gostam de cor-de-rosa, brincam com bonecas e dançam ballet? Os meninos gostam de azul, brincam com carrinhos e jogam futebol? Ou as meninas jogam futebol e os meninos brincam com bonecas? O que é que as meninas podem fazer e os meninos não podem? O que querem ser (e podem ser) quando forem grandes? Estas e outras questões colocadas às crianças, assim como as suas respostas, hesitações e também os seus silêncios, foram o ponto de partida para a construção deste espetáculo.

Em cena, um menino e uma menina habitam dois mundos distintos e cheios de convenções. Ao longo do espetáculo aprendem a desafiar as regras estabelecidas, a questionar estereótipos e a retirar etiquetas, descobrindo um lugar novo em que Todos podemos ser Tudo.

Oficina “É pró menino é prá menina” – Estereótipos de Género

Nesta oficina pretende-se facultar aos educadores o contacto com ferramentas que permitam questionar os alunos sobre as ideias pré-concebidas que temos sobre cada um dos géneros. Tendo um carácter muito prático, é essencial que os formandos se questionem sobre o assunto. Através de jogos dramáticos e de exercícios de expressão plástica, os adultos serão colocados no lugar da dúvida para que mais tarde o possam fazer com os seus alunos.

Conceção e realização: Catarina Requeijo e Vera Alvelos

Público-alvo: educadores de infância

Biografia

Catarina Requeijo | Direção artística | Angola, 1973

É licenciada em Bioquímica pela Universidade de Coimbra. Tem o curso de formação de atores da Escola Superior de Teatro e Cinema.

Iniciou o seu percurso teatral em 1990 no TEUC (Teatro dos Estudantes da Universidade de Coimbra). Como atriz, trabalhou profissionalmente com Konrad Zschiedrich, Luís Castro, Tiago Rodrigues, Luís Miguel Cintra, Luís Gaspar, Nuno Cardoso, Marcos Barbosa, Madalena Vitorino, Jorge Andrade, António Pires, Cristina Carvalhal, Miguel Moreira e Giacomo Scalisi.

Iniciou o seu contacto com projetos para a infância em 2000 no CPA (Centro de Pedagogia e Animação do CCB) sob a orientação de Madalena Vitorino. Neste contexto, criou vários objetos para a infância (visitas, oficinas) em articulação com criadores de outras áreas artísticas, até ao ano de 2007.

Foi responsável pela encenação dos espetáculos do projeto Boca Aberta, dirigidos a público do pré-escolar, produzido pelo TNDM II (2015) em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa, nas edições de 2015-16 e 2016-17. Ainda em 2017, encenou e interpretou o espetáculo Muita tralha pouca tralha, uma coprodução Teatro Maria Matos e Formiga Atómica. Foi júri do Festival Panos Culturgest entre 2006 e 2017.

João Nunes Monteiro | Intérprete | Porto, 1993

Licenciado em Teatro pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Tem o curso profissional de Interpretação pela Academia Contemporânea do Espetáculo.

Em teatro, destaca as suas participações em Punk Rock de Simon Stephens, encenado por Victor Hugo Pontes para o Teatro do Bolhão (2011), Peça Romântica para um Teatro Fechado de Tiago Rodrigues (2015), Fã de Regina Guimarães, encenado por Nuno Carinhas para o Teatro Nacional São João (2017), Gertrude - O Grito de Howard Barker, encenado por Maria Duarte (2017), e Margem de Victor Hugo Pontes (2018).

Em televisão, participou na telenovela Ouro Verde (2017) e Jardins Proibidos (2015), no telefilme Offline (2015) - nomeado para os prémios Áquila, como Melhor Telefilme, e CinEuphoria, como Melhor Ator Secundário, entre outras categorias -, e na websérie da RTP Apaixonados (2018), ambos de Guilherme Trindade.

Em cinema, protagonizou a longa-metragem Aristides de Sousa Mendes - O Cônsul de Bordéus de Francisco Manso (2009), participou em Cartas da Guerra de Ivo Ferreira (2015), Soldado Milhões de Jorge Paixão da Costa e Gonçalo Galvão Teles (2017), e Sauvages de Dennis Berry (2017). Protagonizou ainda a curta-metragem Snooze de Dinis Leal Machado (2017), produzida pela ESMAD e vencedora do prémio Sophia Estudante.

Marta Cerqueira | Intérprete

Bailarina profissional desde 2001, diplomada pela Escola de Dança do Conservatório Nacional de Lisboa. Com o apoio de uma bolsa do IGAC, Marta Cerqueira desenvolveu um programa de estudos passando por diversas escolas de dança em Nova Iorque. Prosseguiu a sua formação em Berlim e Lisboa, onde completou o Curso de Coreografia da Fundação Calouste Gulbenkian. É também professora certificada do método DanceAbility.

Integrou projetos de várias companhias e coreógrafos independentes, apresentados em Portugal, em vários países da União Europeia, Canadá, Argentina e Brasil.

Para além do seu trabalho enquanto bailarina de dança contemporânea, Marta Cerqueira tem vindo a desenvolver, em colaboração com outros artistas, o interesse e trabalho pela composição, usando não só o corpo como foco principal, mas outras matérias/materiais possíveis de coreografar.

Ficha Técnica

Encenação Catarina Requeijo | Interpretação João Nunes Monteiro e Marta Cerqueira | Cenografia e Figurinos Maria João Castelo | Desenho de Luz José Álvaro Correia | Sonoplastia Catarina Requeijo com José Álvaro Correia | Assessoria Artística Miguel Fragata | Pesquisa em Contexto Escolar Catarina Requeijo e Vera Alvelos | Vídeo Maria Remédio | Produção Maria João Santos | Coprodução Formiga Atómica Associação Cultural, Teatro São Luiz, Centro de Artes de Ovar, Centro Cultural Vila Flor e Cine-Teatro Louletano

Teatro | Classificação Etária M/3 | Duração das Sessões 00h30 | Duração da Oficina 04h00 | Preço gratuito | Lotação 100 pessoas (sessões famílias – 1 adulto por criança)

Sex, 15 nov às 10h00 - Escolas

Sáb, 16 nov às 10h00 - Oficina para Educadores de Infância e às 16h00 - Famílias

Local: Teatro Sá da Bandeira
É pró menino e prá menina | 15/11